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27 de agosto de 2012

Estilhaça-me de Tahereh Mafi, Novo Conceito

Estilhaça-Me (Shatter Me)
Série Shatter Me - livro 1
Tahereh Mafi - Editora Novo Conceito
304 páginas - Ano: 2012 - R$29,90
Tradução: Robson Falchetti Peixoto

Sinopse:
"Ninguém sabe por que o toque de Juliette é letal, mas o Restabelecimento tem planos para ela. Planos para usá-la como arma. Mas Juliette tem seus planos.
Após uma vida inteira sem liberdade, ela descobriu uma força para lutar contra todos pela primeira vez — e para obter um futuro com o único garoto que ela pensou que fosse perder para sempre.
Ela não toca alguém a exatamente 264 dias. A última vez que ela o fez, que foi por acidente, foi presa por assassinato. Ninguém sabe por que o toque de Juliette é fatal.

Enquanto ela não fere ninguém, ninguém realmente se importa. O mundo está ocupado demais se desmoronando para se importar com uma menina de 17 anos de idade. Doenças estão acabando com a população, a comida é difícil de encontrar, os pássaros não voam mais, e as nuvens são da cor errada. 
Juliette tem que fazer uma escolha: ser uma arma. Ou ser uma guerreira."
Links: Novo Conceito | Skoob | degustação

Resenha:
Estilhaça-me, dentre tantos livros Young Adult de futuros distópicos, se destacou para mim assim que li a sinopse. A premissa do livro traz uma protagonista (Juliette) que me lembrou imediatamente uma personagem dos quadrinhos da Marvel Comics, dos títulos de X-Men (Vampira/Rogue). Eu leio os quadrinhos dos X-Men desde 1994, sendo que li toda a cronologia publicada desde setembro de 1963 (toda ainda não, parei aproximadamente no final de 2011 e estou a retomar a leitura) e sou muito fã dos mutantes de Stan Lee, sendo impossível não ficar curiosa com o livro Estilhaça-me, primeiro romance de Tahereh Mafi.

Primeiramente gostaria de elogiar a narrativa em primeira pessoa criada pela autora. Juliette narra sua própria história. Sempre acho que escrever em primeira pessoa pode ser perigoso para o autor, se ele não mantiver firme a personalidade e pontos de vista do narrador; corre o risco de perder outras visões sob a história oriundas de outras personagens; além de acabar preso a um número menor de cenas.
No caso de Estilhaça-me isto foi um grande acerto da autora. Ela conseguiu criar uma personalidade bem delineada e o padrão para os pensamentos de Juliette foi mantido, embora ela seja confusa e complexa, a autora soube segurar o fio da narrativa sem falhas.

No início da leitura, estranhei as várias frases, palavras ou expressões com uma diagramação peculiar: texto tachado. Me pareceu uma poluição visual, mesmo sendo utilizado de forma espaçada, aqueles riscos estavam incomodando. Até que, sem eu perceber, me acostumei às palavras riscadas e isso, na verdade, fez a leitura fluir! Misteriosamente entrei de vez no espírito da narração e nem percebi o texto tachado apenas como riscos e sim como uma manobra de a autora demonstrar os pensamentos caóticos e perdidos da Juliette, seus anseios reprimidos e dúvidas.

Outra característica do livro é que em alguns pontos não existem vírgulas onde deveriam existir, e algumas palavras ou frases são escritas repetidamente. A falta das vírgulas propositalmente é uma forma de a autora deixar o texto sem pausa por um breve momento, mostrando o quanto a Juliette está ansiosa, medrosa, nervosa ou empolgada. No caso das repetições, também é uma peculiaridade dos pensamentos da moça, criando originalidade e uma narrativa totalmente particular e única.
São aspectos interessantes que deixaram o texto com personalidade. Gostei disso, pois o livro parece diferente. Foi uma ousadia da autora, já que isso pode estragar totalmente a história para alguns leitores, enquanto agradará em cheio a outros. Foi arriscado e mesmo estranhando nos primeiros capítulos, eu passei a adorar este estilo - até o final.

Como o livro é o primeiro de uma trilogia/série, analisei se a autora soube deixar pontos soltos para a continuação e se ela consegue criar grande nível de curiosidade e plantá-la na mente dos leitores. Outro acerto da autora. Você termina o livro e não consegue parar de imaginar respostas para as questões ainda não respondidas. Não apenas sobre o futuro da série, que rumo a história tomará, mas também sobre o passado das personagens, mistérios envolvendo muitos fatos. Eu poderia dar várias ideias à autora sobre o rumo da série, já que me empolguei muito com tudo!
Ao mesmo tempo, porém, analisei se o livro pode ser uma leitura única. Afinal, acredito que o leitor não é obrigado a ler a série inteira para assim poder decidir se gosta ou desgosta da história. Sou a favor de que haja pelo menos no primeiro volume, uma história que possa ser lida independentemente das continuações. Ou seja, o leitor pode investir seu dinheiro no "livro um" e ter uma boa diversão sem se preocupar com a obrigação de adquirir o "dois" - ele compra a continuação apenas se desejar, se gostar do primeiro.
Embora Estilhaça-me termine deixando imensa curiosidade sobre o leitor, ele pode ler o livro e decidir se irá comprar a continuação. Gostei disso. Não chega a ser um livro independente, mas cumpre bem o seu papel de "parte um". Sobre a continuação, não acho importante ser independente do primeiro volume. Afinal lê um "livro dois" somente se gostou do "um".

O livro contém cinquenta capítulos dinâmicos bem divididos. Assim que a história é apresentada ao leitor, a autora termina um capítulo de forma a instigar a leitura do seguinte, até o livro terminar.
Gostei da forma como ela aborda o romantismo, pois em meio a tantas cenas de ação, não poderia existir um casal meloso. Tahereh encaixou o lado romântico e sensual na dosagem certa, para não perder a trama principal nem a corrida frenética que é cena a cena.
Ao iniciar o livro, tive a impressão de que seria um drama exagerado e uma leitura monótona e introspectiva, que eu ficaria perdida nos pensamentos da protagonista. Belos pensamentos, por sinal. Até porque Juliette usa expressões e comparações ímpares para figurar suas emoções e devaneios.
A autora foi muito criativa no uso disso, deixando Juliette expressar ao narrar os acontecimentos de um modo completamente original, apresentando simbolismos e um sentido figurado muito particular. Talvez nem todos os leitores se sintam confortáveis com a forma poética, exagerada e diferente com que Juliette joga as palavras.
De repente a autora sacode a história e o leitor junto; cria uma sequência de tirar o fôlego! Equilibra ação, mistério, drama e romance. Faz o leitor se apegar ás personagens, ambos os tipos; aparentemente heróis ou vilões - "aparentemente" porque acredito que nem tudo é o que parece ser e espero que a autora saiba utilizar das motivações e experiências de vida para emoldurar as personagens de forma que existam pontos de vista, não apenas um lado do bem e outro do mal.

O futuro distópico criado pela autora não é inovador, apesar de interessante e bem estruturado. Um regime ditatorial que deixa a população censurada, enclausurada e miserável. Um governo frio, controlador e intimidador. Um controle total, não há como se rebelar com facilidade.
Tudo é dosado: comida, bens pessoais, roupas. Soa como um falso socialismo, um autoritarismo disfarçado de igualdade. As pessoas vivem presas, com medo e obedecem para não serem assassinadas. E o governo no controle vive no luxo sem economias.
Acredito que a autora ainda irá trazer inúmeras reviravoltas e respostas políticas. E obviamente Juliette é a chave para a mudança.

Sobre o dom de Juliette e as comparações com a personagem da Marvel Vampira, citada por mim no início da resenha:
Muitas pessoas logo compararam o dom de uma a outra. Muitas pessoas consideram plágio por parte da Tahereh. Outras andam dizendo que Juliette só pode ser comparada à Vampira no dom, pois na personalidade em nada se parecem. Estão errados. Na verdade, essa é uma questão muito delicada e sou uma pessoa que não gosta de ficar em cima do muro. E antes de expor minha opinião sempre pesquiso sobre o assunto. Neste caso, posso não ser modesta, mas não precisei de pesquisa alguma.
E deixo claro que esta é a minha opinião.

Antes de iniciar as comparações, a que Vampira comparo Juliette? A dos quadrinhos, a original. Portanto, se você lê Estilhaça-me comparando Juliette a versões da Vampira de séries animadas ou às adaptações cinematográficas, você já está errando, visto que desenhos animados e filmes são adaptações quase sempre infiéis à personagem.
Em segundo lugar, muitos leitores têm comparado a uma Vampira das HQs atuais, ou seja, uma mulher adulta, amadurecida e cheia de experiência de (uma dura) vida. Estão errados. Precisam voltar ao passado dos X-Men e ler revistas que trazem uma Vampira de dezessete anos de idade (a mesma idade de Juliette), totalmente inexperiente e assustada com seu dom mutante - como Juliette. Você precisa ter lido trinta e dois anos de X-Men (mais da metade de sua cronologia) e ter acompanhado Vampira em sua trajetória. Não adianta comparar Juliette adolescente à Vampira adulta atual. É necessário retornar às publicações Marvel de 1981 para encontrar as semelhanças e as diferenças entre as duas adolescentes.

O foco inicial de Juliette é ser uma menina de dezessete anos de idade que nunca conseguiu tocar em nenhum outro humano sem causar danos e dor. Conforme a intensidade e duração de seu toque, ele pode ser letal. Desde bebê, nunca pôde receber o toque e o carinho dos pais. Sempre viveu isolada das outras crianças e sempre foi temida e desprezada por todos. Aos catorze anos de idade, foi acusada de um crime e presa numa instituição psiquiátrica, ficando completamente isolada de qualquer outro ser humano, abandonada e perdida em sua própria mente.
Assim começa a história dramática de Juliette, uma moça que, embora possua o dom de matar qualquer um com as próprias mãos nuas e ter sido excluída da sociedade, no fundo de seu coração luta para não perder sua bondade e se mostra aparentemente fraca, perdida, confusa, carente, triste e se perguntando se realmente é um monstro e por que os pais a abandonaram tão friamente - o que contribui para ela se perguntar também se está perdendo a sanidade.
Agora ela se vê envolvida em algo maior que seus sentimentos e dúvidas. Querem que ela seja uma arma na guerra. Que use sem dom do toque fatal em prol do governo ditatorial e assassino e receba em troca sair da prisão e ter uma vida luxuosa com a qual nunca sonhou.

Agora a história da Vampira e comparações entre as duas heroínas:
A premissa de Vampira não é diferente. Ela foi criada em 1981 por Chris Claremont, na época principal responsável pelas histórias de X-Men e considerado até hoje o um dos mais importantes roteiristas dos títulos mutantes e um dos que mais criou ou remodelou personagens. Um dos responsáveis por salvar os X-Men da falência em 1975.

Ele introduziu Vampira como uma adolescente problemática. Vampira nasceu com o fator X em seu gene, que a torna uma mutante. Sua mecha branca na franja já era algo a se desconfiar, mas o dom de toque letal da Vampira, assim como a maioria dos poderes dos mutantes, somente surgiu quando ela entrou na puberdade. Assim como Juliette passou por uma catástrofe aos catorze anos que a levou a prisão psiquiátrica, Vampira também cometeu um crime sem ter a intenção: Ela deu o seu primeiro beijo no garoto por quem era apaixonada e crescera com ela. O contato, os hormônios e a emoção ativaram seu toque letal e Cody ficou em coma profundo.
Enquanto Juliette causa mal a quem toca, provocando até mesmo a morte, Vampira possui um toque exatamente igual, porém as consequências são maiores e a atingem também. Ela absorve a psiquê da pessoa com quem teve contato, incluindo habilidades (sejam humanas ou mutantes - e de algumas raças alienígenas inteligentes), talentos, personalidade, memórias e o conhecimento, ou seja, todas as lembranças e características. O período em que ela permanece com essas características costuma ser sessenta vezes maior que o tempo da duração do toque.
Juliette aparentemente não parece possuir efeitos colaterais assim.

Juliette sempre teve seu dom ativo, jamais sentiu um toque humano; Vampira só teve seu dom ativado junto aos hormônios da pré-adolescência.
Ambas sofreram o terror de causar um dano irreparável a outra pessoa - um enorme trauma.
Vampira possui um gene específico; o dom de Juliette é um mistério.
Juliette parece não ter efeitos colaterais após o contato, enquanto Vampira absorve não apenas a energia vital da pessoa, mas também sua personalidade e mente - Vampira carrega resíduos psíquicos de todos com quem já teve contato físico.

Vampira tornou-se uma adolescente rebelde, desorientada e psicologicamente fraca, abalada e depressiva. O pai era ausente e nada carinhoso. Orfã de mãe, Vampira foi criada pela tia dura e fria e após cometer o crime/desastre, foge de casa desorientada, desesperada e perdida.
Assim como Juliette, Vampira começou a perder a sanidade (porém grande culpa está nos pensamentos que não são seus), com medo de seu poder, considerando-se um monstro. Uma menina frágil e sem rumo.
Exatamente como Juliette, ela recebeu o convite de utilizar seu dom para a destruição e o mal.
Mística, vilã dos X-Men e líder da Irmandade dos Mutantes descobriu através de sua parceira de equipe, a mutante com dons de premonição Sina, o dom de Vampira.
Em Estilhaça-me o mesmo ocorre; o exército do Restabelecimento planeja utilizar Juliette como uma arma mortal.

Mística torna-se uma mãe adotiva para a Vampira, mostrando a ela que não é a única com poderes, que não está sozinha e corrompe a menina com promessas de não ser mais solitária nem um monstro; de ser poderosa e única. Uma adolescente amargurada, sofredora e triste que se esconde atrás de uma vilã que utiliza seu dom do toque fatal sem piedade. Assim ela entra em choque com os Vingadores.
Ao entrar em contato prolongado com a Vingadora Miss Marvel, Vampira absorveu permanentemente os poderes da heroína: voo, super-força avançada, invulnerabilidade média e um sétimo sentido (este último foi esquecido). Vampira colecionava resíduos cada vez mais intensos em sua mente, mas dessa vez ela passou a ter, além dos poderes, a personalidade da Miss Marvel de forma permanente.


Deseja ler a parte da resenha com spoilers?



Concluindo: impossível Tahereh dizer que não se inspirou em Vampira para criar Juliette, porque existem diversas semelhanças entre elas. Não apenas na Vampira adolescente, seu dom e drama, mas também, em parte, nos X-Men/Marvel. Comparando Juliette à Vampira adolescente que foi introduzida nas HQs, a personagem, em certos momentos, traz ao leitor dúvidas. Culpada, vítima ou inocente? Vilã ou heroína, o que o futuro trará? - este charme está presente tanto em Juliette quanto em Vampira.
Como leitora (fanática) de X-Men, impossível não ter visto as semelhanças; como resenhista, não consegui dar a opinião sobre estilhaça-me sem tecer comparações.
Para quem pouco conhece (ou nada conhece) sobre Vampira e outros personagens da Marvel, o livro será uma leitura impecável, incrível e maravilhosa, cinco estrelas. Para os fãs (fanáticos e antigos) de X-Men (como eu), o livro será muito bom, atraente e divertido, - eu não conseguia deixar o livro de lado para as demais atividades - embora dê uma ou duas estrelas a menos, por causa do fator originalidade.

Tahereh escreveu um romance da moda, uma distopia Young Adult com um governo autoritário e controlador comum (nas distopias de uma forma geral) e uniu ao poder/drama da Vampira e à super-humanos poderosos com dons iguais aos de personagens Marvel. Destaque a um poder que leva uma jovem à uma encruzilhada de como deve utilizá-lo, seus medos, anseios e a luta contra a loucura.
A forma como o livro termina leva a crer que Juliette, assim como Vampira, ainda terá duras batalhas. Enfrentará a si própria e ajudará numa batalha em prol de um bem maior.
Se Juliette amadurecer, evoluir e tornar-se uma mulher corajosa, líder, destemida, forte, cheia de atitude e protetora dos mais fracos, será uma adulta como Vampira é atualmente - embora nunca deixe de sofrer por seu toque mortal e incontrolável, ela aprendeu a conviver com isso.

Embora a autora tenha se inspirado em algo já existente, recomendo o livro para os que gostam de histórias de ação que carregam drama e romance na dose certa. Apesar de Juliette não ser original, ela é uma personagem incrível, complexa e apaixonante! Impossível você não ser cativado por sua história de vida, drama, fraqueza/força e melancolia. O leitor muda do sentimento de pena para ter admiração por ela.
E também mesmo que o tema de super-humanos não seja novidade alguma para os leitores de HQs, Tahereh colocou isso num livro, utilizando uma linguagem totalmente diferente e uma narrativa encantadora, original, talentosa e intrigante.

Finalizando, saliento que mesmo o tema e a protagonista não sendo originais, Estilhaça-me é excelente, uma ótima leitura e a Tahereh é talentosa e escreve realmente muito bem. O que falta em originalidade na premissa sobra na narrativa maravilhosa, no bom desenvolvimento do enredo, organização da estrutura da história e personagens secundários marcantes!

O casal protagonista faz faíscas saltarem das páginas, cria no leitor forte vínculo, impressiona e traz momentos românticos (e sensuais) na medida certa. O par romântico de Juliette parece se importar (misteriosamente) com ela, com a bondade e humanidade dela e ignorar o perigo de seu toque. Ele acredita nela. Ao mesmo tempo cria tensão e dúvida; será mesmo uma pessoa confiável? Pode realmente Julietter se apaixonar por alguém e confiar nele?
O antagonista gera ódio e compaixão; raiva e pena. Apresenta mistérios à trama e tenta a todo o modo, atiçar e criar vingança e raiva na Juliette através do sofrimento e frustração que emanam dela. Ela conseguirá enfrentá-lo e a algo muito maior que ele e a seus medos e se fortalecer? Irá controlar seu poder? Estará ela realmente escolhendo o lado "certo" da batalha?
Mal posso esperar pela continuação.




Booktrailer:


A série:
Estilhaça-me (Shatter Me) é o primeiro livro de uma trilogia. O segundo livro tem o nome Unravel Me (Desvenda-me) e será publicado nos Estados Unidos apenas em 05 de fevereiro de 2013. Enquanto os leitores esperam pelo segundo volume, será lançado em 16 de outubro de 2012 (previsão; e-book) Destroy Me (Destrua-me), uma história sob a visão de Warner.

A imagem da primeira capa é muito bonita e esse tom metálico em material brilhoso da edição da Novo Conceito é linda demais, porém uma nova capa de Shatter Me foi lançada; para combinar com as capas seguintes que a série terá. Essas novas capas possuem imagens mais semelhantes ao estilo lúdico da narrativa da história, combinam mais.



Sinopse de Destroy Me (Destrua-me)
"Em Estilhaça-me, Juliette escapou do Restabelecimento seduzindo Warner e, em seguida, enfiando uma bala em seu ombro. Mas como ela vai aprender em Destroy Me, Warner não é assim tão fácil de se livrar...
De volta à base e recuperando de seu ferimento quase fatal, Warner deve fazer tudo em seu poder para manter seus soldados em cheque e suprimir qualquer menção de uma rebelião no setor. Ainda obcecado por Juliette, como sempre, a sua primeira prioridade é encontrá-la, trazê-la de volta, e capturar Adam e Kenji, os dois traidores que ajudaram a sua fuga.
Mas quando o pai de Warner, o comandante supremo do Restabelecimento, chega para corrigir os erros de seu filho, é claro que ele possui planos diferentes para Juliette. Warner simplesmente não pode permitir."

Um vídeo (sem legendas) da autora anunciando Destroy Me:


Cinema:
Segundo o  Variety, a 20th Century Fox adquiriu os direitos autorais para levar a série aos cinemas antes mesmo de Shatter Me ser publicado. Só por curiosidade, é a mesma empresa que lança os filmes ligados os X-Men. Será que veremos a série nos cinemas? Estou torcendo muito para que sim!

A autora:
Tahereh Mafi é uma garota. Ela nasceu em uma cidade pequena em Connecticut e, atualmente, mora no Condado de Orange, Califórnia, onde o clima é um pouco perfeito demais para seu gosto.
Quando não consegue achar um livro, ela é vista lendo embalagens de balas, cupons e receitas antigas. Estilhaça-me é seu primeiro romance.
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