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18 de abril de 2013

Lançamentos da Geração Editorial

Olá, Leitoras e Leitores Viciados, estes são os lançamentos da Geração Editorial:

A Costureira
Segredos, romance e morte no rastro do Titanic
Kate Alcott - Geração Editorial
Tradução: Ana Carolina Mesquita
376 páginas - Ano: 2013 - R$39,90

Sinopse:
"1912. Tess Collins, independente e orgulhosa, não suporta mais limpar as salas de estar e as privadas da alta burguesia francesa e britânica. Seu grande talento é para a costura, e ela aspira a uma vida nova como estilista — mas sabe que o sistema de classes inglês dificilmente lhe dará chance para isso. Assim, ao saber que um imenso transatlântico partirá para os Estados Unidos, Tess vê sua grande chance de subir na vida. Ainda mais quando, por um golpe de sorte, consegue emprego como serviçal da famosa lady Duff Gordon, uma das maiores estilistas da época. Mal sabe ela que essa viagem, iniciada de forma tão auspiciosa, entrará para a história como o maior desastre marítimo de todos os tempos: o naufrágio do Titanic."

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Fantasias Gêmeas
Coleção Muito Prazer - livro 3
Nunca uma troca de identidades foi tão sensual
Opal Carew - Geração Editorial
Tradução: Ana Carolina Mesquita
262 páginas - Ano: 2013 - Preço ainda não divulgado
CONTEÚDO ADULTO

Sinopse:
"Jenna Kerry tem um segredo. Ela sempre fantasiou em dividir a cama com dois homens, mas seu noivo Ryan nunca aprovaria. Então, Ryan aparece inesperadamente em uma noite e ela faz o sexo mais selvagem da sua vida.
O único problema é que ele não é Ryan. Quando ela descobre a verdade - que seu noivo tem um irmão gêmeo - reacende um desejo de longa data. Ambos os homens estão determinados a tê-la, e vão provar seus talentos nas formas mais eróticas imagináveis. E ela ousa explorar sua fantasia mais ocultada ... ela poderia lidar com tudo o que os gêmeos de sangue quente têm a oferecer?
Tranque a porta ao entrar neste conto da perversamente desinibida Opal Carew ."
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Domitila
A verdadeira história da marquesa de Santos
Paulo Rezzutti - Geração Editorial
Prefácio: Mary Del Priore
352 páginas - Ano: 2013 - Preço ainda não divulgado

Sinopse:
"Esta obra busca ser a biografia de Domitila de Castro (1797 -1867), a marquesa de Santos, amante do primeiro imperador do Brasil e uma das mulheres mais notáveis e influentes da América Latina, que, segundo o escritor Paulo Setúbal, 'encheu um Império com o ruído do seu nome e o escândalo do seu amor'."

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Muito Além da Loucura
Ele era jovem e rico, mas a ambição o levou ao extremo de eliminar quase toda a sua família
Marcelo Simões - Geração Editorial
280 páginas - Ano: 2013 - R$34,90

Sinopse:
"A história de um crime até então sem precedentes no Brasil: para ficar com a fortuna da família, Marcílio matou o pai, a mãe, a avó e o irmão.
Marcílio Moura Maia tinha apenas 19 anos quando engendrou e deu cabo de um plano macabro para ficar com a herança do pai, um bem-sucedido empresário português que chegou ao Brasil muito jovem e fez fortuna vendendo tecidos. A ideia inicial era assassinar o pai e o irmão esquizofrênico, sobre o qual deveria recair a culpa e cuja a morte deveria parecer suicídio. Mas a mãe e a avó se interpuseram em seu caminho e também foram eliminadas. Louco ou alguém desprovido de qualquer valor sentimental e moral? É o que você descobrir em Muito além da loucura, uma história dramática e repleta de suspense, intrigas e emoções. É leitura de tirar o fôlego da primeira à última página."

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A Outra História do Mensalão
As contradições de um julgamento político
Coleção História Agora - número 7
Paulo Moreira Leite - Geração Editorial
352 páginas - Ano: 2013 - R$34,90

Sinopse:
"Uma verdade incômoda sobre o Mensalão.
Neste livro corajoso, independente e honesto, o jornalista Paulo Moreira Leite, que foi diretor de Época e redator -chefe de Veja, entre outras publicações, ousa afirmar que o  julgamento do chamado mensalão foi contraditório, político e injusto, por ter feito condenações sem provas consistentes e sem obedecer à regra elementar do Direito segundo a qual todos são inocentes até que se prove o contrário.
Os acusados estavam condenados por aquilo que Moreira Leite chama de opinião publicada, que expressa a visão de quem tem acesso aos meios de comunicação, para distinguir de opinião pública, que pertence a todos — antes de o julgamento começar. Naquele que foi o mais midiático julgamento da história brasileira e, possivelmente, do mundo, os juízes foram vigiados pelo acompanhamento diário, online, de todos os seus atos no tribunal. Na sociedade do espetáculo, os juízes se digladiaram, se agrediram, se irritaram e até cochilaram aos olhos da multidão, como num reality show.
Este livro contém os 37 capítulos publicados pelo autor em blog que mantinha em site da revista Época, durante os quatro meses e 53 sessões no STF. A estes artigos Moreira Leite acrescentou uma apresentação e um epílogo, procurando dar uma visão de conjunto dos debates do passado e traçar alguma perspectiva para o futuro. Ler esses textos agora, terminado o julgamento, nos causa uma pavorosa sensação. O Supremo Tribunal Federal, guardião das leis e da Constituição, cometeu injustiças e este é sem dúvida um fato, mais do que incômodo, aterrador.
Como no inquietante O Processo, romance de Franz Kafka, no limite podemos acreditar na possibilidade de sermos acusados e condenados por algo que não fizemos, ou pelo menos não fizemos na forma pela qual somos acusados.
Num gesto impensável num país que em 1988 aprovou uma Constituição chamada cidadã, o STF chegou a ignorar definições explícitas da Lei Maior, como o artigo que assegura ao Congresso a prerrogativa de definir o mandato de parlamentares eleitos.
As acusações, sustenta o autor, foram mais numerosas e mais audaciosas que as provas, que muitas vezes se limitaram a suspeitas e indícios sem apoio em fatos.
A denúncia do “maior escândalo de corrupção da história” relatou desvios de dinheiro público, mas não conseguiu encontrar dados oficiais para demonstrar a origem dos recursos. Transformou em crime eleitoral empréstimos bancários que o PT ao fim e ao cabo pagou. Culpou um acusado porque ele teria obrigação de saber o que seus ex -comandados faziam (fosse o que fosse) e embora tipificasse tais atos como de “corrupção”, ignorou os possíveis corruptores, empresários que, afinal, sempre financiaram campanhas eleitorais de todos, acusados e acusadores.
Afinal, de que os condenados haviam sido acusados? De comprar votos no Congresso com dinheiro público, pagando quantias mensais aos que deveriam votar, políticos do próprio PT — o partido do governo! — e de outros partidos. Em 1997 um deputado confessou em gravação publicada pelo jornal Folha de S. Paulo que recebera R$ 200 mil para votar em emenda constitucional que daria a possibilidade de o presidente FHC ser reeleito. Mas — ao contrário do que aconteceu agora — o fato foi considerado pouco relevante e não mereceu nenhuma investigação oficial.
Dois pesos, duas medidas. Independentemente do que possamos aceitar, nos limites da lei e de nossa moral, o fato é que, se crimes foram cometidos, os criminosos deveriam ter sido, sim, investigados, identificados, julgados e, se culpados, condenados na forma da lei. Que se repita: na forma da lei.
É ler, refletir e julgar. Há dúvidas — infelizmente muitas — sobre se foi isso o que de fato aconteceu."

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