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23 de julho de 2013

Lançamentos de 19 de julho da Companhia das Letras

Olá, Leitoras e Leitores Viciados! Vamos conhecer os lançamentos de 19 de julho da Companhia das Letras e seus selos/editoras: Cadê Você, Bernadette? (Maria Semple), Berlim: 1941 (Frederick Kempe), As Damas do Século XII (Georges Duby), A Lobinha Ruiva (Stela Greco Loducca), Fábulas de Esopo (Jean Philippe Mogenet) e #VemPraRua (e-Book, Piero Locatelli).
Para os títulos publicados em 12 de julho, clique aqui.

Cadê Você, Bernadette? (Where'd You Go, Bernadette?)
Maria Semple - Companhia das Letras
Tradução: André Czarnobai
376 páginas - Ano: 2013 - R$49,50
Lançamento: 28 de junho de 2013.

Sinopse:
"Bernadette Fox é notável. Aos olhos de seu marido, guru tecnológico da Microsoft e rock star do mundo nerd, ela se torna mais maníaca a cada dia; para as demais mães da Galer Street, escola liberal frequentada pela elite de Seattle, ela só causa desgosto; os especialistas em design ainda a consideram uma gênia da arquitetura sustentável, e Bee, sua filha de quinze anos, acha que tem a melhor mãe do mundo. 
Até que Bernadette desaparece do mapa. Tudo começa quando Bee mostra seu boletim (impecável) e reivindica a prometida recompensa: uma viagem de família à Antártida. Mas Bernadette tem tal ojeriza a Seattle - e às pessoas em geral - que evita ao máximo sair de casa, e contratou uma assistente virtual na Índia para realizar suas tarefas mais básicas. Uma viagem ao extremo sul do planeta é uma perspectiva um tanto problemática. 
Para encontrar sua mãe, Bee compila e-mails, documentos oficiais e correspondências secretas, buscando entender quem é essa mulher que ela acreditava conhecer tão bem e o motivo de seu desaparecimento. Maria Semple revela, em seu segundo romance, a influência de grandes escritores contemporâneos como Jonathan Franzen e Jeffrey Eugenides, ao mesmo tempo que se afirma como uma voz original, marcada pelo melhor humor das séries de TV norte-americanas. Sem sentimentalismos, mas com muita empatia, Cadê Você, Bernadette? trata do amor incondicional de uma filha por sua mãe imperfeita."

Links: Companhia das Letras | Skoob | degustação
Booktrailer (em inglês):



Berlim: 1961 (Berlin, 1941)
Kennedy, Khruschóv e o lugar mais perigoso do mundo.
Frederick Kempe - Companhia das Letras
Tradução: Hildegard Feist
608 páginas - Ano: 2013 - R$65,00
Lançamento: 11 de julho de 2013.

Sinopse:
"Em junho de 1961, Nikita Khruschóv chamou Berlim de “o lugar mais perigoso do mundo”. Ele não exagerava: a resistência das potências ocidentais em desocupar militarmente a porção oeste da cidade, conforme exigido por diversos ultimatos do líder comunista - que tentava conter as correntes de refugiados do Leste -, gerou sem dúvida a mais grave crise política do pós-guerra. 
Culminando na construção do símbolo máximo da divisão do globo entre dois grupos antagônicos - o Muro de Berlim, que tornava palpável a metafórica Cortina de Ferro de Winston Churchill -, a crise de 1961 foi a primeira e única vez na história em que militares e tanques norte-americanos e soviéticos estiveram frente a frente, a metros de distância. Um erro, um soldado que perdesse o controle, um comandante menos preparado, qualquer escaramuça poderia ter gerado uma guerra atômica em questão de minutos.
Era um jogo temerário, de cujo resultado poderia depender a sobrevivência do planeta. De um lado da mesa, um presidente norte-americano pouco experiente e ainda carregando as cicatrizes da condução desastrada dos eventos na baía dos Porcos. De outro, um premiê soviético sofrendo pressões dos chineses, alemães orientais e grupos linhas-duras em seu próprio governo - e que, com a aproximação do congresso do Partido Comunista, sabia que Berlim seria determinante não apenas para o seu futuro como para o do próprio Kremlin. Nenhum dos jogadores conseguia decifrar (nem sequer entender) o outro, e a cada semana que passava a situação se tornava mais crítica.
Baseado em amplo repertório de fontes novas e entrevistas, Berlim, 1961 narra em ritmo de thriller este que foi um dos eventos cruciais do século XX, e é leitura obrigatória para a compreensão da história da Guerra Fria."

Links: Companhia das Letras | Skoob | degustação

As Damas do Século XII (Dames Du XIIE Siecle)
Heloísa, Isolda e outras damas do século XII/ A lembrança dos ancestrais/ Eva e os padres.
Georges Duby - Companhia de Bolso
Tradução: Paulo Neves e Maria Lúcia Machado
384 páginas - Ano: 2013 - R$26,50
Lançamento: 11 de julho de 2013.

Sinopse:
"Pode o amor arrebatado de uma mulher provocar a derrocada do governo de Deus sobre os homens, a desagregação das leis e linhagens e a confusão entre os Estados? 
A resposta é sim, a julgar como o século XII europeu, no espaço da sociedade de nobreza feudal que se consolidava, via as mulheres e seus papéis na nova ordem das coisas. 
É a partir da história de Heloísa e Isolda que Georges Duby, esse reconhecido mestre de narrativas históricas exemplares, começa a trilogia que dedicou às mulheres na Idade Média - composta de Heloísa, Isolda e outras damas do século XII, A lembrança das ancestrais e Eva e os padres.
Se o grande historiador havia dito que a Idade Média era a idade dos homens, mostrou aqui no entanto que, de certa maneira, a Idade Média foi também uma idade das mulheres. Ou pelo menos de algumas delas. Em A lembrança dos ancestrais, o segundo volume da série, revela que a essas mulheres que sobressaíam à massa anônima, a essas damas do século XII, se deve a própria identidade de determinadas famílias nobres.
No terceiro volume da trilogia, Duby analisa as relações entre as mulheres e a Igreja católica na era medieval, com ênfase no mesmo século XII. Foi aí que a Igreja criou a confissão, sacramento que lhe permitiu reger a intimidade e, desse modo, pôr seu jugo sobre pensamentos e gestos que até então ninguém considerava pecaminosos. Paradoxalmente, os mesmos padres responsáveis pela reforma da moral desenvolveram toda uma literatura que celebra os vínculos extraconjugais. Na Idade Média, um vasto repertório de sortilégios deixava os homens apavorados, à mercê das mulheres. Avara, leviana e ciumenta, considerava-se que a natureza da mulher a levava inevitavelmente a pecar. Era preciso, então, criar formas de trazê-las sob controle.
Fino prosador, Duby reconstitui com sagacidade e ironia esses tempos recuados e mostra o que eles ainda têm a nos dizer."

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A Lobinha Ruiva
Coleção O Pequeno Leitor
Stela Greco Loducca - Companhia das Letrinhas
Ilustrações: Renato Moriconi
32 páginas - Ano: 2013 - R$29,50
Lançamento: 08 de julho de 2013.

Sinopse:
"Era uma vez uma lobinha ruiva que precisava visitar a vovozinha doente. No caminho, ela encontra um caçador que é mau pra chuchu, e que a engana para chegar antes à casa da vovó...
Se você acha que já ouviu essa história provavelmente está certo. E se acha que não está reconhecendo bem a trama, também acertou! Pois, aqui, a brincadeira é recontar uma história clássica, trocando o papel dos personagens mais importantes. 
Parece que vai dar um nó na cabeça da gente. Mas, no final, essas mudanças nos fazem pensar em um monte de coisas importantes - por exemplo, será que existe um mau que é só mau e um bom que é só bom? 
Esta história nasceu em um site de histórias animadas chamado O Pequeno Leitor e está repleta de lindas ilustrações de Renato Moriconi."

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Fábulas de Esopo (Fables Ésope)
Capa dura.
Esopo - Companhia das Letrinhas
Adaptação: Jean Philippe Mogenet
Tradução: Julia da Rosa Simões
Ilustração: Jean-François Martin
64 páginas - Ano: 2013 - R$43,00
Lançamento: 05 de julho de 2013.

Sinopse:
"Há mais de dois mil e seiscentos anos as Fábulas de Esopo são lidas e contadas em todo o mundo. Isso porque, além de tratarem de temas que dizem respeito a todas as pessoas, essas histórias podem ser adaptadas de acordo com os costumes de cada época e com o interesse e o estilo dos autores que as recontam.
E foi justamente o que fizeram Jean-Philippe Mogenet e Jean-François Martin nesta edição, em que fábulas clássicas - como a da lebre que resolveu dar uma cochilada no meio da corrida ou a da raposa que queria muito comer uvas - ganharam narrativas concisas e belíssimas ilustrações, convidando novos leitores a se apaixonarem por esses contos atemporais."

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#VemPraRua
As revoltas de junho pelo jovem repórter que recebeu passe livre para contar a história do movimento.
Reportagem.
Piero Locatelli - Breve Companhia
Exclusividade em e-Book
43 páginas - Ano: 2013 - R$4,99 (e-Book)
Lançamento: 12 de julho e 2013.

Sinopse:
"O furioso mês de junho de 2013 pode ter mudado o jogo político no Brasil, além de ter inaugurado uma nova era de mobilização popular no país. Mas qual é a origem dessas manifestações? Afinal, como surgiu o Movimento Passe Livre (MPL), e quem são os membros desse grupo político horizontalizado (sem líderes) que galvanizou a opinião pública desde que começou a conduzir os protestos contra o aumento da tarifa de transporte público nas capitais? O jovem repórter Piero Locatelli retraça - com rigor jornalístico e empenho narrativo - o dia a dia das manifestações, demonstra como a violência policial fez com que todas as forças sociais do Brasil (incluindo a imprensa, antes cética diante dos protestos) se mostrassem simpáticas ao movimento e reconstitui, grito após grito, marcha após marcha, os episódios mais marcantes e fundamentais para que a série de protestos se inscrevesse num dos capítulos mais poderosos da história recente do Brasil.
Piero, detido numa das grandes manifestações por estar levando prosaico frasco de vinagre na mochila (artefato que deveria protegê-lo do gás lacrimogêneo), teve acesso privilegiado a diversos integrantes do MPL, jovens habitualmente relutantes em falar com jornalistas. Também conversou com diversas fontes oficiais, funcionários do governo e pessoas comuns que saíram às ruas em busca de um país mais justo para todos. O resultado é uma narrativa jornalística envolvente e esclarecedora. E o começo de uma história nova na vida política brasileira."

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