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30 de setembro de 2014

Lançamentos de setembro da Globo Livros

A Playlist da minha Vida
Leila Sales - Globo Livros
Tradução: Amanda Orlando
312 páginas - Ano: 2014 - R$29,90

Sinopse:
"Elise Dembowski nunca foi popular na escola. Ninguém conversava com ela na hora do intervalo nem a convidava para sair no fim de semana. Pior. Ninguém jamais se interessou em saber o que tanto a ela escutava em seu iPod: playlists com o melhor da música pop, único território em que Elise se sente confortável e confiante.
Diante de seu desajuste em relação à maioria, a adolescente tenta de tudo – inclusive a mais radical das saídas, felizmente sem sucesso. No auge de seu solitário desespero, o acaso a leva até a porta de uma balada noturna, via de acesso para um mundo completamente novo, cheio de som e diversão, no qual sua veneração por música funciona como senha para inclusão em um inédito círculo de amizades.
As festas noturnas do Start – o melhor clube underground do mundo – tornam-se o lugar onde a felicidade, a aceitação social e até o amor são possíveis para Elise. Não demora muito para que um misterioso bullying eletrônico e a habilidade da garota como DJ coloquem em confronto este universo com a dura realidade cotidiana.
A playlist da minha vida é uma vibrante fábula pop que lida com temas recorrentes nas obras contemporâneas para jovens: exclusão, invasão de privacidade, resgate de autoestima e muita trilha sonora. Escrito pela americana Leila Sales, o livro se ambienta em dois cenários: o escolar, com sua dinâmica de poder juvenil baseada em “popularidade”, e o da cena noturna, em que adolescentes ensaiam seus primeiros voos para uma existência adulta."

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O Fio da Vida
Kate Atkinson - Globo Livros
536 páginas - Ano: 2014 - R$44,90

Sinopse:
"E se você pudesse mudar as escolhas da sua vida? E se ao nascer de novo, refazendo sua trajetória, pudesse mudar o destino de outras pessoas e até o curso da história? É esse fascinante jogo com o tempo que permeia a narrativa de Ursula, a personagem principal de O fio da vida, livro da escritora britânica Kate Atkinson.
Vencedor do Costa Book Prize, O fio da vida transformou-se em fenômeno de crítica e de público. Além de ter ficado por mais de um ano na lista dos mais vendidos na Inglaterra e nos EUA, foi eleito o melhor livro do ano pela revista Time, um dos cinco melhores romances de 2013 pelo jornal The New York Times, o melhor livro do ano pelo jornal The Independent e um dos 10 melhores livros do ano pelos jornais Guardian e USA Today e pelos sites Salon, Amazon e The Daily Beast.
Na trama, Ursula, que nasce em 1910, parece viver em um eterno déjà-vu. Às vezes, sabe o que alguém vai dizer antecipadamente. Ou prevê um incidente banal que vai acontecer. Fica confusa entre o que é real ou não.
Sua família vive no interior da Inglaterra. Uma das criadas acha que Ursula tem um sexto sentido. A tia a considera uma pequena vidente. A mãe chega a dizer que Ursula é uma estranha no ninho. E o psiquiatra, dr. Kellet, comenta sobre reencarnação quando ela tem dez anos. Ele explica que seu cérebro pode ter uma pequena imperfeição, que a leva a pensar que esteja repetindo experiências, morrendo e renascendo, apesar de isso não ser verdade.
A autora Kate Atkinson narra os destinos de Ursula – todo o contexto se passa entre 1910 e 1945, abarcando os dramas das duas guerras mundiais – e desenha novas perspectivas a partir de um mesmo fato. E se ele tivesse acontecido de outra maneira, qual seria o seu fim?
O relacionamento, nem sempre muito cristalino, entre os integrantes da família Todd, as criadas e os jardineiros, é muitas vezes pontuado por mortes, que nem sempre são esclarecidas. E é assim, com uma morte, a do futuro líder nazista, que Kate Atkinson nos apresenta Ursula e começa a jornada de sua personagem: ela saca da bolsa o velho revólver de seu pai, um movimento ensaiado uma centena de vezes, e dá um tiro, bem na altura do coração de Hitler. Cai a escuridão. Tudo recomeça?"

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O Tratado de Versalhes
Coleção Globo Livros História
Harold Nicolson - Globo Livros
271 páginas - Ano: 2014 - R$44,90

Sinopse:
"Em 1919, a Conferência de Paz de Paris reuniu 32 nações em torno da elaboração do acordo que deveria ser o marco de encerramento da Primeira Guerra Mundial – e, na visão triunfalista de alguns, o fim de qualquer possibilidade de novo conflito da mesma proporção. O resultado foi um dos maiores equívocos diplomáticos de todos os tempos. O tratado de Versalhes, que supostamente viria a pacificar o mundo, acabou por se tornar a semente de uma violência ainda maior, criando condições para a ascensão do nazismo na Alemanha e a eclosão da Segunda Guerra Mundial, apenas vinte anos mais tarde.
O livro O tratado de Versalhes – mais um lançamento da Coleção Globo Livros História – revela com riqueza de detalhes os bastidores das negociações que formataram o documento. Tudo relatado por uma testemunha privilegiada daquele momento histórico: o escritor Harold Nicolson, que em 1919 atuou como membro júnior da delegação diplomática inglesa à Conferência de Paz de Paris.
Então um jovem diplomata especializado em questões territoriais, Nicolson descreve com lucidez a distância entre ações e intenções dos grandes líderes – entre eles, o presidente norte-americano Woodrow Wilson, o primeiro-ministro britânico David Lloyd George e o premiê francês Georges Clemenceau –, bem como as circunstâncias que levaram a escolhas irrefletidas, como, por exemplo, a pressão das massas por uma implacável reparação aos danos que o lado perdedor (sobretudo a Alemanha) causara aos países vencedores.
O título se divide em duas partes. Na primeira, o autor faz uma avaliação crítica do encontro diplomático, relacionando a desorganização, os erros, os infortúnios e as desavenças que levaram a um acordo final completamente diferente daquele que havia sido imaginado inicialmente como justo, viável e favorável ao restabelecimento da paz no continente europeu. A segunda parte do volume apresenta trechos selecionados do diário que Nicolson escreveu ao longo dos seis meses de missão diplomática, da abertura da conferência até a assinatura do tratado que praticamente decretou a ruína econômica da Alemanha.
Ao publicar este livro em 1933, o autor fez questão de esclarecer que, mais do que um registro histórico, buscou reproduzir a "infeliz e doentia atmosfera" da Conferência de Paz de Paris. Seis anos antes do início da Segunda Guerra, Nicolson garantia que desde 1919 muitos dos diplomatas envolvidos na elaboração do Tratado de Versalhes experimentaram "por longo tempo um sentimento de descrença, uma convicção de que a natureza humana, como uma geleira, se move apenas uma ou duas polegadas a cada mil anos"."

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Aparecida
Rodrigo Alvarez - Globo Livros
256 páginas - Ano: 2014 - R$29,90

Sinopse:
"Aparecida – A biografia da santa que perdeu a cabeça, ficou negra, foi roubada, cobiçada pelos políticos e conquistou o Brasil é o livro mais completo sobre o maior símbolo da fé católica brasileira. Fruto de pesquisas realizadas no Brasil e no exterior pelo jornalista Rodrigo Alvarez, correspondente da TV Globo em Jerusalém, traz três séculos de história sobre a padroeira do país.
Narra, por exemplo, a noite em 1978 em que um homem atormentado invadiu a basílica de Nossa Senhora Aparecida e destruiu a imagem da santa – atentado que se desdobrou em uma sequência de acontecimentos cheios de mistérios, como numa trama cinematográfica. Este é apenas um dos eventos que cercam Aparecida e, à medida que se desenrolam, vão se confundindo com a própria História do país.
Ricamente ilustrada, a obra descreve personagens curiosos: o padre que tirava a santa do altar às escondidas; o governador que cortava cabeças; a restauradora irritada; o frei que enfrentava corruptos. E também revive personalidades marcantes, como a princesa Isabel, que lhe deu a coroa; o general Médici, que financiou uma peregrinação pelo país da ditadura; e os três últimos papas, João Paulo II, Bento XVI e Francisco, que fizeram questão de beijá-la.
A mistura entre fé, paixão e identificação nos faz pensar que a imagem de Aparecida seja, talvez, o primeiro símbolo nacional brasileiro. Até mesmo os mais céticos sabem que, ao ver a imagem triangular coberta pelo manto azul, estão vendo um retrato do Brasil."

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Amiga de Juventude
Alice Munro - Biblioteca Azul / Globo Livros
Tradução: Elton Mesquita
304 páginas - Ano: 2014 - R$44,90

Sinopse:
"Amiga de juventude apresenta dez contos nos quais a vencedora do prêmio Nobel de Literatura 2013 se concentra na delicadeza dos relacionamentos. Amizades, casamentos, relações entre pais e filhos são os pontos centrais destas narrativas, nas quais os personagens são levados a confrontar seus sentimentos mais íntimos. O livro enfoca as diferentes formas como o desejo, a paixão e o afeto resistem, se confundem ou mudam com a passagem dos anos.
A autora parte de episódios cotidianos para se aprofundar na complexidade das personagens, que em várias histórias são também narradores que confrontam o próprio passado, suas expectativas e erros. Uma conversa entre amantes ou um sonho são o suficiente para despertar conflitos inesperados.
A tradução de Elton Mesquita procura respeitar as minúcias do estilo da escritora e o texto em português mantém a fluidez do realismo doméstico e as intermitências do testemunho pessoal.
Certamente uma das autoras mais relevantes da atualidade, Munro parece renovar-se em suas histórias ao atrair o leitor para cidades pequenas, vizinhanças de classe média e envolvê-lo em tensões familiares, desejos imprevisíveis e num clima de violência iminente e desesperada.
Quarto livro da autora lançado pela Biblioteca Azul, Amiga de juventude reflete figuras ambíguas, com pouca chance de uma iluminação precisa, sem deixar de lado o realismo com o qual a autora flerta a todo momento."

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Precisamos de Novos Nomes
NoViolet Bulawayo - Biblioteca Azul / Globo Livros
Tradução: Adriana Lisboa
254 páginas - Ano: 2014 - R$39,90

Sinopse:
"NoViolet Bulawayo nasceu em 1981, no Zimbábue, e fez parte da primeira geração nascida depois da independência oficial do país. Sua infância se passou, portanto, sob um clima de confiança, estabilidade e esperança. Muito diferente do cenário em que vivem Darling, Bastard, Chipo, Godknows, Sbho e Stina, as crianças com nomes peculiares que figuram em Precisamos de novos nomes, seu romance de estreia.
Essas crianças a cada dia tentam fugir de Paraíso, o aglomerado de barracos de zinco onde elas e suas famílias vivem desde que suas antigas casas foram demolidas violentamente a mando do governo. As fugas são para perto, para Budapeste, o bairro vizinho onde roubam as goiabas do quintal das casas das famílias brancas e ricas, ou ainda com as brincadeiras que criam para se distrair do cotidiano entediante sem escola nem comida: fingem procurar Bin Laden para ganhar a recompensa do governo americano; criam um jogo em que os países mais poderosos invadem os países menores. As fugas acontecem também quando sentem um misto de vergonha e empolgação ao se aglomerarem ao redor dos carros das ongs que lhes trazem presentes e roupas inadequadas.
Mas é a vida de Darling, a protagonista-narradora, que o romance acompanha. A menina de dez anos que conhecemos em suas brincadeiras no Paraíso, sonha com o dia em que morará na América. Esse dia finalmente chega e Darling terá de enfrentar o frio, a saudade de sua família e de seus amigos e a adaptação nesse país que nunca vai se tornar o seu país de fato, mas que mudará seu sotaque, moldará o olhar do mundo e a afastará, irremediavelmente, de sua terra natal.
Precisamos de novos nomes é um romance de formação, cuja protagonista ao mesmo tempo precisa enfrentar as novidades da adolescência e da vida adulta que chega e se adaptar a uma terra onde sempre será estrangeira.
Os assassinatos políticos, o estupro, o charlatanismo de alguns religiosos, a aids, a fome, enfim, tudo aquilo que a imprensa ocidental reafirma a respeito dos países africanos estão neste livro, mas muito distintamente contada por uma voz ao mesmo tempo cruel e inocente, a voz de uma criança sensível, esperta e sonhadora."

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