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2 de agosto de 2017

Os mais vendidos da Flip 2017

Conheçam os livros mais vendidos na 15ª Festa Literária Internacional de Paraty - FLIP (de 26 a 30 de julho) pela livraria oficial do evento, a Travessa:




Na minha Pele
Lázaro Ramos - Objetiva / Grupo Companhia das Letras
152 páginas - R$ 34,90 - comprar

Sinopse:
"Movido pelo desejo de viver num mundo em que a pluralidade cultural, racial, étnica e social seja vista como um valor positivo, e não uma ameaça, Lázaro Ramos divide com o leitor suas reflexões sobre temas como ações afirmativas, gênero, família, empoderamento, afetividade e discriminação. Ainda que não seja uma biografia, em Na minha pele Lázaro compartilha episódios íntimos e também suas dúvidas, descobertas e conquistas. Ao rejeitar qualquer tipo de segregação ou radicalismos, Lázaro nos fala da importância do diálogo. Não se pode abraçar a diferença pela diferença, mas lutar pela sua aceitação num mundo ainda tão cheio de preconceitos. Um livro sincero e revelador, que propõe uma mudança de conduta e nos convoca a ser mais vigilantes e atentos ao outro."


A Mulher dos Pés Descalços
Scholastique Mukasonga - Nós
160 páginas - R$ 35,00 - comprar

Sinopse:
"O romance “A mulher de pés descalços” trata de maneira pungente dos conflitos enfrentados pelas mulheres na Ruanda das lutas fratricidas entre as etnias Tutsi e Hutu, que culminaram com o ominoso genocídio praticado pelos hutus em 1994. Naquele momento, Scholastique Mukasonga, que é da etnia tutsi, já estava radicada na França, e viu à distância sua família ser dizimada. Escritora e ativista da diáspora negra, ela toma para si o chamamento para dar voz à dor e à perda, principalmente de sua mãe Stefania, cuja memória é homenageada em “A mulher de pés descalços”."

Com o Mar por Meio: Uma Amizade em Cartas
José Saramago e Jorge Amado - Companhia das Letras / Grupo Companhia das Letras
120 páginas - R$ 39,90 - comprar

Sinopse:
"A amizade entre Jorge Amado e José Saramago teve início quando os dois já tinham idade mais avançada e consolidada carreira literária, porém o vínculo tardio não impediu que os escritores formassem um laço forte, estendido as suas companheiras, Zélia e Pilar. Este livro reúne a correspondência entre os dois mestres - e os dois casais, muitas vezes -, entre os anos de 1992 e 1998. São cartas, bilhetes, cartões e faxes com uma rica troca de ideias sobre questões tanto da vida íntima como da conjuntura contemporânea, sobretudo a cena literária. Eles debatem com humor sobre prêmios e associações de escritores, com especulações divertidas sobre quem seria, por exemplo, o próximo a ser contemplado com o Nobel ou o Camões. Com um projeto gráfico especial, ilustrado com facsímiles das missivas e belíssimas fotos do acervo pessoal dos autores, Com o mar por meio aproxima os leitores do universo particular dos dois amigos."

Lima Barreto: Triste Visionário
Lilia Moritz Schwarcz - Companhia das Letras / Grupo Companhia das Letras
656 páginas - R$ 69,90 - comprar

Sinopse:
"Durante mais de dez anos, Lilia Moritz Schwarcz mergulhou na obra de Afonso Henriques de Lima Barreto, com seu afiado olhar de antropóloga e historiadora, para realizar um perfil biográfico que abrangesse o corpo, a alma e os livros do escritor de Todos os Santos. Esta, que é a mais completa biografia de Lima Barreto desde o trabalho pioneiro de Francisco de Assis Barbosa, lançado em 1952, resulta da apaixonada intimidade de Schwarcz com o criador de Policarpo Quaresma - e de um olhar aguçado que busca compreender a trajetória do biografado a partir da questão racial, ainda pouco discutida nos trabalhos sobre sua vida. Abarcando a íntegra dos livros e publicações na imprensa, além dos diários e de outros papéis pessoais de Lima Barreto, muitos deles inéditos, a autora equilibra o rigor interpretativo demonstrado em Brasil: Uma biografia e As barbas do imperador com uma rara sensibilidade para as sutilezas que temperam as relações entre contexto biográfico e criação literária. Escritor militante, como ele mesmo se definia, Lima Barreto professou ideias políticas e sociais à frente de seu tempo, com críticas contundentes ao racismo (que sentiu na própria pele) e outras mazelas crônicas da sociedade brasileira. Generosamente ilustrado com fotografias, manuscritos e outros documentos originais, Lima Barreto: Triste visionário presta um tributo essencial a um dos maiores prosadores da língua portuguesa de todos os tempos, ainda moderno quase um século depois de seu triste fim na pobreza, na doença e no esquecimento."

Nossa Senhora do Nilo
Scholastique Mukasonga - Nós
264 páginas - R$ 45,00 - comprar

Sinopse:
"Uma escola para meninas, situada no alto das montanhas da bacia do Congo e do Nilo, em Ruanda, a 2500 metros de altura e próxima à nascente do grande rio egípcio, aplica rigorosamente um sistema de cotas étnicas que limita a 10% o número de alunas da etnia tutsis. Quando os líderes do poder hutu tomam conta do local, o universo fechado em que têm de viver as alunas torna-se o teatro de lutas políticas e de incitações ao crime racial.
Os conflitos são um prelúdio ao massacre ruandês que aconteceria tempos depois. Em Nossa Senhora do Nilo, Scholastique Mukasonga, sobrevivente do massacre, conta as experiências-limites pelas quais passaram as jovens do colégio, numa narrativa pungente que encantou o mundo."

Diário do Hospício / O Cemitério dos Vivos
Lima Barreto - Companhia das Letras / Grupo Companhia das Letras
Organização: Augusto Massi e Murilo Marcondes de Moura
294 páginas - R$ 49,90 - comprar

Sinopse:
"Internado por duas vezes em instituições psiquiátricas por delírios alcoólicos, Lima Barreto documentou em Diário do hospício sua passagem pelo Hospício Nacional dos Alienados, no Rio de Janeiro, de maneira lúcida e contundente.
No romance inacabado O cemitério dos vivos, o autor transpôs para a chave ficcional a mesma vivência.
Os dois textos foram publicados em conjunto postumamente, em 1953 e em 2010, receberam nova e cuidadosa edição organizada por Augusto Massi e Murilo Marcondes de Moura e prefaciada por Alfredo Bosi. Relançada agora pela Companhia das Letras, esta edição conta com notas e imagens inéditas, que oferecem nova contextualização do ambiente manicomial, além de incluir ao final uma nova reportagem de Raymundo Magalhães datada de 1920."

Esse Cabelo
Djaimilia Pereira de Almeida - LeYa
144 páginas - R$ 34,90 - comprar

Sinopse:
"Além de contar a inusitada história de um cabelo crespo, este livro fala também de racismo, feminismo e identidade. A novíssima estrela da literatura portuguesa chama-se Djaimilia Pereira de Almeida — e é angolana. José Eduardo Agualusa.
Um romance surpreendente que mistura memória, imaginação e crítica social com humor e leveza na medida certa, mas que também discute temas atuais e fundamentais como racismo, feminismo, identidade e pertencimento. Esta é a história de uma menina que chegou em Lisboa, aos três anos de idade, saída de Luanda, na África, e das suas memórias ao longo do tempo – porque não somos sempre iguais aos nossos retratos de infância –, mas é também a história das origens do seu cabelo crespo. Sua autora, Djaimilia Pereira de Almeida, está despontando como uma promessa da literatura contemporânea, e virá ao Brasil para participar da Festa Literária Internacional de Paraty, a FLIP, com grande destaque na imprensa. Falar de cabelos é uma bobagem? Não, até porque, segundo a narradora deste livro, “escrever parece-se com pentear uma cabeleira em descanso”; e visitar salões de beleza é uma boa forma de conhecer hábitos, de aprender a distinguir modos e feições e até de detectar preconceitos. “Esse Cabelo” narra as aventuras de um cabelo crespo – curto, comprido, amado, odiado, que se embrenha por memórias e histórias num convite ao leitor a desembaraçar todos os nós. Cabelo e escrita, identidade e ação. Da raiz às pontas, estamos assistindo também à narrativa da relação entre vários continentes e a uma geopolítica em constante transformação. O lugar de Djaimilia parece ser sempre movediço, e ela tende a fugir de qualquer nicho, etiqueta ou logotipo. Ronaldo Bressane"

Insubmissas Lágrimas de Mulheres
Conceição Evaristo - Malê
144 páginas - R$ 34,00 - comprar

Sinopse:
"O elo fundido com técnica literária irrepreensível e grande força de sentimentos apresentado em Insubmissas lágrimas de mulheres, livro de contos de Conceição Evaristo, que ganha sua edição comemorativa do aniversário de 70 anos da autora, pela Editora Malê, se revela um retrato de solidariedade e afeição feminina, por tocar no que é essencial, no que move, no que aproxima e une mulheres e, em especial, mulheres negras.
Conceito emergente nos últimos anos, muito citado nas redes, podemos indicar que Insubmissas... é um retrato de sororidade negra, de uma aliança e empatia entre mulheres: uma narradora que visita cidades em busca de histórias encontra-se com as personagens que aceitam se contar, sem julgamentos prévios. E, assim, vemos transitar pelas páginas deste livro histórias de mulheres como as de Shirley Paixão, Aramides Florença e Natalina Soledad. A resignação não encontra espaço nas vivências das personagens de Insubmissas lágrimas...
Em texto acadêmico, Literatura negra: uma poética de nossa afro-brasilidade, Conceição Evaristo afirma: “Quando escrevo, quando invento, quando crio a minha ficção, não me desvencilho de um “corpo-mulher-negra em vivência” e que, por ser esse “o meu corpo, e não outro”, vivi e vivo experiências que um corpo não negro, não mulher, jamais experimenta.” Neste livro, uma característica do projeto literário da escritora, doutora em Literatura Comparada pela UFF, Conceição Evaristo, se faz mais presente, a riqueza de identidades e de subjetividades de cada uma das personagens femininas e a irmandade entre elas, em uma estrutura com um recurso literário iluminado, que trama os contos, fazendo com que uma mesma narradora atravesse todas as histórias, presente, inteira, atenta e sensível às experiências narradas. Os afetos, reflexões e deslocamentos que os contos de Insubmissas lágrimas de mulheres nos causam, são frutos que só a boa literatura, a que salva, pode nos trazer, reafirmando o lugar de destaque ocupado por Conceição Evaristo na literatura brasileira."

Para Educar Crianças Feministas
Chimamanda Ngozi Adichie - Companhia das Letras / Grupo Companhia das Letras
96 páginas - R$ 14,90 - comprar

Sinopse:
"Após o enorme sucesso de Sejamos todos feministas, Chimamanda Ngozi Adichie retoma o tema da igualdade de gêneros neste manifesto com quinze sugestões de como criar filhos dentro de uma perspectiva feminista. Escrito no formato de uma carta da autora a uma amiga que acaba de se tornar mãe de uma menina, Para educar crianças feministas traz conselhos simples e precisos de como oferecer uma formação igualitária a todas as crianças, o que se inicia pela justa distribuição de tarefas entre pais e mães. E é por isso que este breve manifesto pode ser lido igualmente por homens e mulheres, pais de meninas e meninos. Partindo de sua experiência pessoal para mostrar o longo caminho que ainda temos a percorrer, Adichie oferece uma leitura essencial para quem deseja preparar seus filhos para o mundo contemporâneo e contribuir para uma sociedade mais justa."

O Vendido
Paul Beatty - Todavia
302 páginas - R$ 54,90 - comprar

Sinopse:
"Nascido em Dickens, no subúrbio de Los Angeles, Eu, o narrador de O vendido, passou a maior parte da juventude como cobaia para estudos raciais realizados por seu pai, um polêmico sociólogo. Quando o pai é subitamente morto em um tiroteio com a polícia e é anunciado que Dickens será varrida do mapa da Califórnia por motivos políticos e econômicos, Eu tenta salvar a cidade através de um controverso experimento social: instalar uma segregação racial às avessas. Vencedor do Man Booker Prize de 2016, O vendido é uma crítica mordaz a respeito de questões raciais ainda tão presentes – nos Estados Unidos, mas também no Brasil de nossos dias."

Fonte: G1.

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