Nosferatu, Joe Hill e Editora Arqueiro

Nosferatu (NOS4A2)
Joe Hill - Editora Arqueiro
Ilustrações: Gabriel Rodríguez
Tradução: Fernanda Abreu
624 páginas - Ano: 2014 - R$49,90 (impresso) e R$24,99 (e-Book).

Sinopse:
"Victoria McQueen tem um misterioso dom: por meio de uma ponte no bosque perto de sua casa, ela consegue chegar de bicicleta a qualquer lugar no mundo e encontrar coisas perdidas. Vic mantém segredo sobre essa sua estranha capacidade, pois sabe que ninguém acreditaria. Ela própria não entende muito bem. 
Charles Talent Manx também tem um dom especial. Seu Rolls-Royce lhe permite levar crianças para passear por vias ocultas que conduzem a um tenebroso parque de diversões: a Terra do Natal. A viagem pela autoestrada da perversa imaginação de Charlie transforma seus preciosos passageiros, deixando-os tão aterrorizantes quanto seu aparente benfeitor.
E chega então o dia em que Vic sai atrás de encrenca... e acaba encontrando Charlie.
Mas isso faz muito tempo e Vic, a única criança que já conseguiu escapar, agora é uma adulta que tenta desesperadamente esquecer o que passou. Porém, Charlie Manx só vai descansar quando tiver conseguido se vingar. E ele está atrás de algo muito especial para Vic.
Perturbador, fascinante e repleto de reviravoltas carregadas de emoção, a obra-prima fantasmagórica e cruelmente brincalhona de Hill é uma viagem alucinante ao mundo do terror."

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Resenha:
A origem da palavra "nosferatu" é incerta. O público a conhece como título de um filme alemão (1922, refilmado em 1979), baseado no livro Drácula , de Bram Stoker (1897). A teoria mais aceita é que a expressão veio do leste europeu e com o passar do tempo serviu para designar "vampiro", "morto-vivo" ou "portador de praga".
Joe Hill se apodera da ideia complexa da palavra para recriar o mito de mortos que vivem eternamente, sustentados por combustível humano. Ao mesmo tempo, ele homenageia os primórdios da ficção vampiresca moderna, tanto Drácula como Nosferatu.
Neste livro, NOS4A2, expressão diretamente ligada ao vilão Charlie Manx e seu valioso Espectro. Esqueça vampiros que vivem de sangue humano; neste livro, eles vivem da mistura de felicidade e inocência.
Atualmente, parece que a ficção e mitologia relacionada aos vampiros entraram em colapso, com tantas histórias repetitivas e sem criatividade. Para muitos admiradores dos vampiros, o ideal é manter os clichês e a tradição para uma obra ter boa qualidade. Porém, assim como eu, muitos leitores estão entediados com o tema. Tanto que estou fugindo de tramas com vampiros. Mas Joe Hill foi ousado e cem por cento inovador. Então eu dei uma chance ao seu livro Nosferatu e tive uma das melhores leituras dos últimos tempos. O autor reformulou tanto que nem parece ser um livro com o vampirismo como base, pois esta está bem escondida.

É uma obra de ficção fantástica, especificamente sobrenatural. Em nenhum momento o autor perde a ironia, com um leve bom-humor, mesmo nos momentos mais sinistros (maioria) e sentimentais (sim, tem sensibilidade).
De início, pode parecer confuso classificar como terror ou horror. A perspicácia de Joe Hill recria o nosso mundo, construindo pontes mentais e labirintos psicológicos que interligam tempo, espaço e percepção. Ele consegue transformar o surreal e bizarro em algo perfeitamente normal e cotidiano; convence o leitor que seu mundo imaginário é palpável.
As dimensões não parecem paralelas, parecem reais. Invenção ou realidade?
A fantasia passa a existir quando concretizada. Se alguém imagina ou sonha com uma ideia e a escreve, desenha, pinta, esculpe, etc... Ela passa a existir, não é mesmo? A fantasia de alguém pode ser publicada em forma do livro, tornando-se objeto sólido. Um prédio imaginado por um engenheiro (fantasia) se torna real após a construção (realidade). E por aí vai...
É esse o princípio do enredo: Se uma coisa é capaz de existir no pensamento, ela pode vir a existir também na vida real. Outro fator importante é que muitas pessoas possuem válvulas de escape para fugir um pouco da realidade e rotina e mergulhar na fantasia. Pode ser algo que se faz ou um objeto que leva à ação.
Algumas pessoas podem ser tão criativas e intensas ao ponto de transportar suas ideias do imaginário ao real e fazê-las concretas. Mas até onde é criatividade e não loucura? A divisa entre a imaginação e insanidade é estreita.

Vic é uma criança que se sente melhor ao escapar da realidade problemática. Ela sobe na sua bicicleta e pedala para esvaziar a cabeça das brigas dos pais. Alcançando velocidade pelo bosque de pinheiros, ela consegue atravessar uma ponte e encontrar sempre o que procura. É misterioso, inexplicável, mas funciona. O problema é que ninguém mais consegue ver essa ponte e após o retorno, seu olho esquerdo dói e ela fica febril. A menina não entende como isso é possível e não sabe o que é sonho, invenção ou real.
Manx é um homem com idade indecifrável que viaja com sua relíquia, um Rolls-Royce, o carro da capa do livro. Ele domina a habilidade de criar pontes, estradas e mundos mentais. Molda a realidade e leva crianças sofridas para seu próprio mundo, a Terra do Natal, onde a felicidade é a lei. O problema é que as crianças se tornam felizes demais, ao ponto de perderem a personalidade. E Manx também tem um efeito colateral, mas diferente do de Vic.


Veículos são poderosos para transportar mentes e corpos. Saem do lugar, carregam coisas e pessoas; uma ótima forma de fugir da rotina. Mas as pessoas podem concentrar o poder de fantasiar em outros objetos, não apenas veículos. É um dos pontos mais legais do livro.
Um dia, Vic sai à procura de encrenca e encontra Manx, o homem que rouba as crianças para seu mundo interior. A Raleigh de Vic cruza com o Rolls-Royce de Manx. A protagonista descobre que a Terra do Natal é tão real quanto a sua ponte e viajar entre locais psicológicos é mais perigoso que qualquer outra coisa.
Todas as personagens são incrivelmente moldadas. O Homem da Máscara de Gás e a Bibliotecária são tão fascinantes, pois foram criados para trazer incontáveis sentimentos ao leitor. Wayne e Lou enriquecem o livro. Ah, e o Espectro - ele é personagem também!

A estrutura do livro é brilhante e contribui com a organização da história e da criação do clímax. Interliga pessoas, detalhes e lugares. Assim como as viagens em pontes ou estradas, os locais são muito importantes. A Casa do Sono, a Casa do Sino, a Terra do Natal, a casa do lago... O lugar em que a história se desdobra é tão importante que quase sempre dá nome ao capítulo ou é a primeira palavra dele.
O livro é dividido em partes, conforme a data; e os capítulos em locais. Lugar, tempo, movimento. É uma história ágil. Os anos se passam e Vic cresce. Sua transformação é radical, mas gradual, e o leitor acompanha. Por isso o livro pode parecer extenso, mas os acontecimentos não param e a leitura é dinâmica.
Destaque para as incontáveis referências e homenagens pops, cults, nerds. Vai desde Supermáquina até Game of Thrones. Fãs mais atentos encontrarão até mesmo itens de Stephen King, pai de Joe Hill, e de A Estrada da Noite, de sua própria autoria. Uma personagem leva o nome de sua mãe.
A trilha sonora é obviamente natalina, deixando os clássicos de Natal muito assustadores.
O final é arrepiante e me deixou muito satisfeita. Foi uma mistura de felicidade e tristeza, e merecedor de aplausos.
Joe Hill mostra que, assim como o pai, entrou para a lista de melhores escritores da ficção sobrenatural da atualidade.

Meu ingresso: Visitei a Terra do Natal!
Quem gosta de histórias de vampiros, lerá uma versão revolucionária; quem não gosta, apreciará esta singularidade. Fãs de surrealismo ou horror provavelmente classificarão Nosferatu como favorito.
O medo é um dos sentimentos mais poderosos, talvez o mais instintivo. Não me impressiono fácil com histórias de terror sobrenatural. O que me assusta mesmo é a realidade, então, não senti medo durante a leitura. Tenho medo é das pessoas, portanto histórias que me lembram do sofrimento real me deixam assustada, não histórias de vampiros ou zumbis.
Mas Joe Hill induz qualquer leitor a criar cenas e imagens espantosas, bizarras, estranhas. É formidável quando o escritor introduz a mente do leitor a utilizar as ferramentas textuais para criar e desenvolver cenários, personagens, fatos. Algumas cenas que criei ficaram gravadas na minha mente, impressionante. A criatividade do leitor viaja junto à obra do autor.
As ilustrações do livro são de XX, estão presentes no começo, no final e na abertura de cada nova parte.
É uma obra para quem aprecia histórias densamente psicológicas, complexas e inteligentes. Um livro em que a ação física e a mental estão intimamente unidas. Para leitores que fogem do comum e possuem a mente aberta.


Curiosidade:
O livro foi adaptado pela IDW Produtions em minissérie de histórias em quadrinhos. A arte é de C. P. Wilson III e o roteiro, claro, de Joe Hill. As ilustrações dessa resenha foram retiradas das HQs.

O autor:
Joe Hill já ganhou diversos prêmios por seus contos, incluindo dois Bram Stoker, o mais importante da literatura de horror. É autor de A Estrada da Noite e O Pacto e da coletânea de contos Fantasmas do Século XX, todos publicados no Brasil pela Arqueiro. O Pacto está sendo adaptado para o cinema e será protagonizado por Daniel Radcliffe.
Hill mantém um blog, além de escrever de forma muito ativa e inspirada no Twitter. Ele mora na Nova Inglaterra com a mulher e os filhos.


30 comentários

  1. Oi, Tati!
    Eu fiquei curiosa com esse livro justamente por ser inovador usando o tema de vampiros, e claro, por ser de terror/horror.
    Legal ter um pouco de humor num livro de ficção fantástica.
    Todos falam que Nosferatu dá medo mesmo em algumas partes, e, puxa, ficamos até com imagens gravadas em nossa mente? A escrita de Joe Hill deve ser muito boa mesmo.
    Amei a capa e as ilustrações! Não sabia que tinha uma minissérie do livro.
    Vi em outra resenha, a do Fome de Livros, que diz que seria melhor manter o título original, nosfouratwo (nosferatu). Também acho que ficaria mais legal mas a editora fez um ótimo trabalho de revisão
    Resenha excelente! Bjs <3

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    1. Oi, Dilza! Adorei este livro, o Joe Hill é excelente. Li Fantasmas do Século XX sem saber de quem ele era filho e adorei o modo dele lidar com a Fantasia e o exótico. Aqui em Nosferatu, ele foca nos "mundos interiores" de cada um. Convence o leitor que o surreal é algo normal. Não tive medo, as cenas ficaram na minha cabeça mais pela riqueza dos detalhes e complexidade que medo, sabe? Já sobre o título, gostei da adaptação, porque a palavra existe em português.
      Beijos.

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  2. Oláa!
    Gente, eu não fazia ideia de que o livro falava de vampiros!
    Confesso que nunca li nada do autor, mas conheço a fama, por isso nem havia lido a sinopse desse livro. Ao contrário do que possa parecer após esse meu comentário, eu não havia me interessado porque tudo que li a respeito de um outro livro do autor, Estrada da Noite, já me deixaram arrepiada sem nem mesmo ter lido a história, por isso nem me interessei muito por esse lançamento. Sou medrosa demais! hahah
    Porém, sua resenha (e também as fotos da diagramação baphônica do livro) me deixaram bem curiosa.
    Sem contar que, assim como você, ando saturada dessas histórias sobre vampiros sem muitas diferenças... são sempre mas do mesmo. Talvez eu leia "Nosferatu" e, se isso acontecer, venho te contar o que achei!

    Parabéns pela resenha!

    Beijos,
    Amanda
    http://minhasconfissoesfemininas.blogspot.com.br/

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    1. Oi, Amanda! É tão suave a abordagem de "vampiro" que poderia nem ser. Você percebe, mas não é o mais importante. Joe Hill é fabuloso, excelente na fantasia de terror e horror, pode acreditar. quem é fã do gênero, tem quase 100% de chance de se tornar fã do autor. Não sou nada medrosa com livros assim, portanto não garanto ahahahaha A diagramação é bem adulta, mesmo com ilustrações.
      Experimente o primeiro capítulo do livro. Beijos.

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  3. Olá, não sabia dessa adaptação para os quadrinhos. Gosto bastante de HQs e com certeza vou querer ler. Estou bem interessado também pelo livro e de conhecer alguma obra do Joe Hill, sempre vejo boas recomendações de suas história e essa capa está maravilhosa. Pretendo comprar e ler em breve.

    Abraço!
    www.umomt.com

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    1. Oi, Matheus! As HQs funcionam como extra, pois são baseadas em capítulos cortados do livro. Também estou louca para ler as HQs. Beijos.

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  4. Que edição lindona, se eu disse que nunca parei pra ler HQs vocês me batem?! SAUSUHAHUS Na verdade é por falta de oportunidade, mas com certeza acho que essa adaptação de Nosferatu ia ser um ótimo começo ^^

    Abraços!
    http://pipocaradioativa.com.br/

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    1. Oi, Victor! Mas a resenha é do livro, tá? As imagens das HQs é apenas para ilustrar a resenha. Beijos.

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  5. Só pela sinopse já sabia que não leria... "viagem alucinante ao mundo do terror" realmente não é a minha praia. Achei mega interessante os vampiros não viverem de sangue, e sim da mistura entre felicidade e inocência, mas mesmo assim continuo achando melhor não ler, ao contrário de você, me assusto muito com histórias de vampiros.

    Beijo!

    Ju
    Entre Palcos e Livros

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    1. Oi, Ju! Já eu amo livros surreais assim ahahaha a parte considerada "terror" nunca me assusta, eu me divirto. Beijos.

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  6. Oi, Tati!

    Primeira resenha que vejo sobre o livro.
    Primeira vez que vejo algo sobre ele e a capa também rs. Primeiro tudo.

    Parabéns pela resenha e quem sabe eu tenha coragem de ler um dia.

    Beijos
    http://fernandabizerra.blogspot.com.br/

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    1. Oi, Fernanda! Obrigada, espero que tenha a coragem, pois será premiada com uma excelente história ^^ Beijos.

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  7. Se eu te contasse que não conhecia o livro, você ia acreditar? Pois é, eu não conhecia, mas agora estou aqui morrendo de vontade de ter o meu exemplar :D
    Adoro histórias de vampiros, e tbm gosto de terror, apesar de não ler muitos livros do gênero!

    Mais uma vez estou desejando um livro por causa da sua opinião rs
    Parabéns pela resenha, eu adorei!
    Beijos!

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    1. Oi, Taty, se não me engano, Nosferatu foi lançamento da Arqueiro em final de maio.
      Opa! Fico honrada em você colocá-lo na lista de desejados! aposto que vai adorar, já que curte terror e vampiros. Como não tem muitas do gênero, esta obra é boa dica. Beijos.

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  8. Ola Tati falou em vampiros já gostei, e ainda com uma visão diferente do que estamos acostumados, fiquei super curiosa para ler , entre bom humor e mistérios já me ganha . ótimas ilustrações . Vou colocar em minha lista de leitura. beijos lindona

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    1. Oi, Joyce! Então acho que não se arrependerá, coloque na lista de leitura sim. Beijos.

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  9. Uau, Uau, UAUUUU, que livro é esse MDS???? só de ler a sinopse já fiquei curioso, a capa também chamou muita atenção. Achei muito legal a história diferente dos vampiros, vampiros que se alimentam de Felicidade e Inocência?? Nossa, adorei hahaha. Amo livros de terror/sobrenatural e nunca tive a oportunidade de ler nenhum livro do autor, fiquei curioso e acho que leria sem problemas.

    O que achei mais interessante em toda a resenha foi quando você citou que as pessoas e a vida real que te assustam e não zumbis e vampiros, sempre pensei desse jeito e adorei saber que você também pensa assim rs, Abraços.

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    1. Oi, Gustavo! Se você ama sobrenatural/terror, PRECISA conhecer Joe Hill, especialmente se gosta do pai (Stephen King).Adorei ler que você concorda comigo: Temer mesmo as pessoas, não os seres fictícios - estes são para trazer diversão e reflexão. Beijos.

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  10. Hey, Tati!

    Sou amante de literatura sobrenatural/suspense/terror, e já li diversas indicações acerca desse livro. Há algum tempo me peguei pensando: será que o dom da escrita é hereditário? Ainda não li nada do Joe nem do Stephen King (mais por falta de verba que por falta de interesse), mas é visível os inúmeros comentários positivos (e até mesmo consagração) de Stephen como maior e melhor escritor vivo do gênero. Tenho "A Estrada da Noite" aqui em casa... depois da sua resenha, fiquei com vontade de conhecer um pouco mais sobre a escrita do autor!

    Até logo,
    Sérgio H.

    www.decaranasletras.blogspot.com

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    1. Oi, Sérgio! Se pode ser genético, quem sabe? Talvez a criatividade seja, não exatamente o ato de escrever, mas aí a convivência cumpre seu papel. Imagina ser filho de um autor como o King, e ouvir histórias para dormir um tanto diferentes. Acho que junta a genética com a cultura e pode sim, o filho ser tão bom quanto o pai.
      Experimente A Estrada da Noite e o trecho disponibilizado de Nosferatu.
      Beijos.

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  11. Tati, essas ilustrações são meio bizarras! Eu já fui melhor, hoje me impressiono com facilidade e por isso tenho receio de ler histórias de horror. Mas aquela parte de mim que ainda tem o gênero como favorito se interessou em cheio por esse livro. Sempre curto quando os autores inovam os vampiros. Eu amo os tradicionais, mas os as novidades sempre chamam a minha atenção.
    Fiquei bem curiosa pra saber como essa experiência bizarra vai afetar a vida de Vic =)

    Beeijos, Dreeh.
    Blog Mais que Livros

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    1. Oi, Dreeh! As ilustrações são muito legais, depois que você conhece a história, passa a compreendê-las ahahaha
      Não costumo ler muitos livros do gênero, mas quando encontro um assim, corro para ler, adoro!
      Espero que curta Nosferatu, eu adorei a Vic, demais!!
      Beijos.

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  12. Oi, Tati.
    Amo suas resenhas. São sempre perfeitas e fazem a gente ficar enlouquecido pelo livro! Esse livro sempre me instigou, capa, título, premissa, a parte de ficção científica, o horror, a sensibilidade. TUDO!
    Eu amo estórias vampirescas e adoro livros que nos deixam com certo medo ou apreensão diante do lado sobrenatural. Estou com mais vontade de ler!
    Já elogiei sua resenha? Maravilhosa!

    Abraço
    Adriano
    GeraçãoLeitura.com || http://geracaoleiturapontocom.blogspot.com.br/

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    1. Oi, Adriano, que honra receber seu elogio, muito obrigada pelo estímulo \o/
      Pelo que vejo, você vai amar Nosferatu, vai viajar com Vic e Manx! Beijos.

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  13. Olá Tati,
    nossa a unica coisa que saiu da minha boca apos ler sua resenha foi: UAU!
    Nossa que historia incrível e totalmente inovador. Como você deve saber eu sou fan de livros sobre vampiros, mas nunca imaginei me deparar com algo que os relembra, mas os faz diferente. E este livro em questão me fez ficar bastante curiosa com o fato destes seres serem sugadores da tristeza e felicidade.
    Outra coisa que achei interessante foi, o livro conter desenhos, o que nos leva a mais, a uma imaginação a frente de como seria, e outro fator é: eu não sabia que o autor deste livro é filhos de Stephen, e eu em particular amo os livros de stephen. hahahaha
    Tanta coisa foi dita sobre este livro, que fico boquiaberta, suas palavras me fizeram querer ansiosamente a este livro. E me arrepende de não ter solicitado ele, mas vou com toda certeza comprar, quero muito conferir esta historia.
    Parabéns Tati, amei sua resenha, e seus pontos levantados sobre foi o que me fizeram querer o livro pra ontem. rs

    Beijokas Ana Zuky

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    1. Oi, Ana, obrigada!! Este livro é muito diferente, ao menos de tudo que já vi por ai.
      Os desenhos são bem legais, simples, mas bizarros como a trama. Muitos não sabem que o Joe é filho do Stephen, mas ambos escrevem basicamente o mesmo gênero.
      Espero que goste do livro tanto quanto eu! Beijos.

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  14. Oi Tati!
    Sua linda, eu adoro livros assim, só o fato de ser um livro inteligente, que meche com nossa cabeça e nos faz pensar para entender a história, já me instiga para ler. Eu amo sobrenaturais, já ouvi muitos elogios sobre esse autor e o estilo que escreve! Quero um dia ler!
    Beijinhos e adorei a resenha e as fotos! Bonito post!

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    1. Oi, Paula, então gostará de Nosferatu, é bem inteligente e criativo! E o Joe Hill é fera nessa, pode confiar.
      Beijos.

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  15. Olá Tati, tudo bem?

    Li o mesmo e demorei 3 semanas para concluí-lo. A trama é densa e repleta de idas e vindas, o que faz qualquer um se perder no tempo. Mas achei ele bem morno até o sequestro do Wayne. Depois o livro deslanchou de uma só vez e ficaria feliz pra caramba se ele tivesse continuado com os telefonemas para ele. :3

    Não sabia que tinha HQ dele não. Vou correr procurar :3

    Beijos

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    1. Oi, Pamela, o livro possui uma leitura densa mesmo, demorei quase uma semana lendo. Com o sequestro do Wayne o livro fica bem agitado, mas eu já tinha gostado dele antes. Achei bonitinho o final, triste e feliz, gostei do fim dos telefonemas, mas só porque tem um "depois"... Senão não seria coisa de Joe Hil ahahaha
      Também queria a HQ :(
      Beijos.

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