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23 de fevereiro de 2014

Lançamentos de 21 de fevereiro da Companhia das Letras

Contos da Seleção: O Príncipe e o Guarda (The Selection Stories)
Um príncipe. Um guarda. Uma garota.
Série A Seleção - livro extra
Kiera Cass - Editora Seguinte
Tradução: Cristian Clemente
264 páginas - Ano: 2014 - R$23,90
Lançamento: 10 de fevereiro de 2014.

Sinopse:
"Os dois contos que se passam no universo criado por Kiera Cass, autora da trilogia A Seleção, agora estão disponíveis em edição impressa. Em O príncipe e O guarda, o leitor poderá acompanhar de perto os pensamentos e emoções dos dois homens que lutam pelo amor de America Singer: o príncipe Maxon e Aspen Leger, ex-namorado de America, que acaba trabalhando no palácio durante a Seleção.
Esta antologia inclui, ainda, um final estendido do conto O príncipe; bônus exclusivos, como uma entrevista com a autora e dados inéditos sobre os personagens; além dos três primeiros capítulos de A escolha, o aguardado desfecho da trilogia."

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Entre Amigos (Be'in Khaverim/Between Friends)
Amós Oz - Companhia das Letras
Tradução do hebraico e notas: Paulo Geiger
136 páginas - Ano: 2014 - R$34,00
Lançamento: 13 de fevereiro de 2014.

Sinopse:
"Nas oito histórias interligadas que compõem Entre amigos, Amós Oz recria com precisão a realidade de um kibutz. Inicia com o solitário Tzvi Provizor, que se ocupa diligentemente de seus jardins, mas no tempo livre espalha com especial prazer as notícias de tragédias e calamidades que escuta no rádio. A narrativa final retrata os últimos dias do velho sobrevivente do Holocausto, Martin Vanderbeg, que acredita na abolição de todos os estados nacionais e numa fraternidade mundial e pacifista, coroada pelo uso do esperanto como idioma comum a todas as pessoas. No arco que compreende essas duas histórias, outras passagens da vida no kibutz trazem caos de amor e traição, inveja, orgulho e abandono. Partindo dos males do mundo que Tzvi espalha de seu rádio para chegar à esperança do velho Martin no futuro, Amós Oz cria uma pequena comédia humana, que dá conta de dramas universais sem sair do kibutz Ikhat."

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O Mundo é Plano (The World is Flat)
Uma breve história do século XXI
Thomas L Friedman - Companhia das Letras/Edição Econômica
Tradução: Cristina Serra, Sergio Duarte, Nruno Casotti e Cristina Cavalcanti
480 páginas - Ano: 2014 - R$43,00
Lançamento: 18 de fevereiro de 2014.

Sinopse:
"Elogiado pela crítica e sucesso mundial de vendas, O mundo é plano tornou-se já referência na história das relações internacionais. Thomas Friedman, um dos principais articulistas do New York Times e vencedor de três prêmios Pulitzer, foi pioneiro em enxergar e definir a “nova globalização”, era em que os avanços da tecnologia e da comunicação permitiram que os indivíduos se conectassem como nunca antes, transformando as noções conhecidas de distância, tempo e trabalho. Momento este, defende o autor, que se mostrou positivo para os países emergentes, seus negócios e meio ambiente, ao contrário da era da “velha” globalização, que só beneficiava quem já detinha capital. Através da ideia de achatamento do mundo, Friedman descreve como as pessoas passaram a colaborar umas com as outras e também competir em um mundo de forças mais igualitárias, e procura assim explicar a ascensão de novos players mundiais, como Índia e China. Leitura indispensável para a compreensão do novo jogo de forças do capitalismo social."

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A Cabeça do Santo
Socorro Acioli - Companhia das Letras
176 páginas - Ano: 2014 -R$37,00
Lançamento: 07 de fevereiro de 2014.

Sinopse:
"Pouco antes de morrer, a mãe de Samuel lhe faz um último pedido: que ele vá encontrar a avó e o pai que nunca conheceu. Mesmo contrariado, o rapaz cumpre a promessa e faz a pé o caminho de Juazeiro do Norte até a pequena cidade de Candeia, sofrendo todas as agruras do sol impiedoso do sertão do Ceará. 
Ao chegar àquela cidade quase fantasma, ele encontra abrigo num lugar curioso: a cabeça oca e gigantesca de uma estátua inacabada de santo Antônio, que jazia separada do resto do corpo.
Mas as estranhezas não param aí: Samuel começa a escutar uma confusão de vozes femininas apenas quando está dentro da cabeça. Assustado, se dá conta de que aquilo são as preces que as mulheres fazem ao santo falando de amor. 
Seu primeiro contato na cidade será com Francisco, um rapaz de quem logo fica amigo e que resolve ajudá-lo a explorar comercialmente o seu dom da escuta, promovendo casamentos e outras artimanhas amorosas. Antes parada no tempo, a cidade aos poucos volta à vida, à medida que vai sendo tomada por fiéis de todos os cantos, atraídos pelo poder inaudito de Samuel. Em meio a esse tumulto, ele ainda irá se apaixonar por uma voz misteriosa que se destaca entre as tantas outras que ecoam na cabeça do santo.
Já consagrada por seus livros infantojuvenis, a escritora Socorro Acioli apresenta este seu primeiro romance dirigido ao público adulto, desenvolvido na oficina Como Contar um Conto, promovida por Gabriel García Márquez em Cuba."

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Doze Anos de Escravidão (Twelve Years a Slave)
Solomon Northup - Penguin/Companhia das Letras
Tradução: Caroline Chang
280 páginas - Ano: 2014 - R$22,50
Lançamento: 24 de fevereiro de 2014.

Sinopse:
"Considerada a melhor narrativa já escrita sobre um dos períodos mais nebulosos da história americana, Doze anos de escravidão narra a história real de Solomon Northup, um negro livre que, atraído por uma proposta de emprego, abandona a segurança do Norte e acaba sendo sequestrado e vendido como escravo. 
Depois de liberto, Northup publicou o relato contundente de sua história, que se tornou um best-seller imediato. Hoje, 160 anos após a primeira edição, Doze anos de escravidão é reconhecido como uma narrativa de qualidades excepcionais. Para a crítica, o caráter especial do livro deve-se ao fato de o autor ter sido um homem culto que viveu duas vidas opostas, primeiro como cidadão livre e depois como escravo.
“O livro nos encantou: a dimensão épica, o detalhamento, a aventura, o horror, a humanidade. Lia-se como um roteiro de cinema, pronto para ser filmado. Eu não podia acreditar que nunca ouvira falar nele. Pareceu-me tão importante quanto O diário de Anne Frank, só que publicado quase cem anos antes.” - Steve McQueen, diretor do filme 12 anos de escravidão"

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Orlando (Orlando: A Biography)
Virginia Woolf - Penguin/Companhia das Letras
Tradução: Jorio Dauster
344 páginas - Ano: 2014 - R$32,00
Lançamento: 28 de janeiro de 2014.

Sinopse:
"Neste que é seu romance mais celebrado e popular, uma obra construída com exuberância estilística e imaginativa, Virginia Woolf (1822-1941) conebeu um dos personagens mais emblemáticos e paradoxais de toda a literatura universal. ascido no seio de uma família de boa posição em plena Inglaterra elisabetana, Orlando acorda com um corpo feminino durante uma viagem à Turquia. Como é dotado de imortalidade, sua trajetória então atravessa mais de três séculos, ultrapassando as fronteiras físicas e emocionais entre os gêneros masculino e feminino. Suas ambiguidades, temores, esperanças, reflexões – tudo é observado com inteligência e sensibilidade nesta narrativa que, publicada originalmente em 1928, permanece como uma das mais fecundas discussões sobre a sexualidade humana. Esta edição inclui introdução e notas de Sandra M. Gilbert, especialista em estudos de gênero e literatura inglesa, e uma brilhante crônica-ensaio de Paulo Mendes Campos, um dos grandes leitores brasileiros da obra de Virginia Woolf."

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Goya à Sombra das Luzes (Goya á L'ombre des Lumières)
Tzvetan Todoroy - Companhia das Letras
Tradução: Joana Angélica d’Avila Melo
312 páginas - Ano: 2014 - R$49,50
Lançamento: 14 de fevereiro de 2014.

Sinopse:
"No final de 1792, Goya contraiu uma doença misteriosa que o deixou de cama durante várias semanas. Em janeiro do ano seguinte, parcialmente restabelecido, estava totalmente surdo. O pintor aragonês era um dos artistas prediletos da corte espanhola, retratista de reis, nobres e damas da corte, além de autor de pinturas com temas bíblicos sob encomenda da Igreja. A surdez repentina e completa, segundo Tzvetan Todorov, marcou uma profunda transformação em seu modo de pintar, desenhar e ver o mundo.
Num percurso semelhante ao de seu contemporâneo Beethoven, o profeta do romantismo que também padeceu de surdez, Goya começou a abandonar a representação da realidade objetiva e a reverência aos cânones acadêmicos para se concentrar nas visões fantasmáticas que o obcecavam. 
Acontecimento então inédito na história da arte ocidental, o autor da Maja desnuda continuou trabalhando como um bem-comportado artista da corte madrilenha ao mesmo tempo que mergulhava nos subterrâneos mais obscuros da natureza humana, criando séries radicalmente experimentais como Caprichos e Desastres da guerra. 
Todorov, linguista e crítico búlgaro-francês considerado um dos mais importantes intelectuais vivos, propõe um eficiente roteiro para a compreensão das linhas de força da obra de Goya. A partir da influência das ideias iluministas sobre o pintor espanhol, o autor disseca as relações entre filosofia, estética e história na gênese de seus trabalhos-chave."

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Quando é Dia de Futebol
Carlos Drummond de Andrade - Companhia das Letras
200 páginas - Ano: 2014 - R$34,50
Lançamento: 14 de fevereiro de 2014.

Sinopse:
"Publicados em sua maioria nos jornais Correio da Manhã e Jornal do Brasil, nos quais o autor ocupou cadeira cativa durante muitos anos, os textos de Quando é dia de futebol mostram um Carlos Drummond de Andrade atento ao futebol em suas múltiplas variantes: o esporte, a manifestação popular, a metáfora que nos ajuda a entender a realidade brasileira. São crônicas e poemas escritos a partir da observação do autor sobre campeonatos, Copas do Mundo, rivalidades entre grandes times e lances geniais de Pelé, Mané Garrincha e outros. 
Selecionados por Luis Mauricio e Pedro Augusto Graña Drummond, netos do poeta, os textos oferecem um passeio - muito drummondiano, e portanto leve, inteligente e arguto - por nove Copas do Mundo: de 1954, na Suíça, até a última testemunhada pelo autor, em 1986, no México. Não são, claro, resenhas de certames nem tentativas de análise futebolística. Vão além, em seu aparente descompromisso, pois capturam no futebol aquilo que mais interessava ao autor: a capacidade que o bate-bola tem de estilizar, durante os noventa minutos de duração de uma partida, as grandes paixões humanas.
“Confesso que o futebol me aturde, porque não sei chegar até o seu mistério”, anota o mineiro em um dos textos. Pura modéstia, como se verá na leitura deste Quando é dia de futebol, pois, se houve algum escritor brasileiro habilitado à decifração desse esporte apaixonante, foi mesmo Carlos Drummond de Andrade."

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O Corpo no Escuro
Poemas.
Paulo Nunes - Companhia das Letras
120 páginas - Ano: 2014 - R$36,00
Lançamento: 12 de fevereiro de 2014.

Sinopse:
"Entre o lirismo e a observação lancinante sobre o ciclo da vida, a ausência de religião e a metafísica, um olhar inaugural e o manejo seguro da tradição da poesia em língua portuguesa, o mineiro Paulo Nunes faz de sua estreia em livro um desses momentos que devem ser saudados pelos leitores da nossa melhor lírica. O corpo no escuro é seu primeiro livro, mas reúne uma copiosa e consistente produção (conhecida apenas entre alguns leitores de revistas literárias) que cobre um período de mais ou menos vinte anos, o tempo que o autor, reservadíssimo e aplicado, levou para reuni-la nesta obra.
Dividido em duas grandes seções, “Óbvni” e “Tempo das águas”, o volume traz, articuladas ao longo dos poemas, meditações, observações e tentativas do autor de perscrutar a realidade em praticamente todos os seus aspectos. De feição sóbria, ostentando uma voz algo clássica e falando de temas maiúsculos da poesia (como o amor, o desencanto, o tempo e a morte), o conjunto impressiona pela coerência. Prova disso são poemas como “Um astronauta” (reproduzido na quarta capa), “Parapeito” e “O vigia”, entre outros. Anotações líricas em que a solidão e o abandono do homem contemporâneo – esse “corpo no escuro” – recebe contornos clássicos, arrebatadores. Mas a lírica de Paulo Nunes também versa sobre alguns lados luminosos da vida, especialmente os afetos. São as paixões, as amizades e o encantamento pelo outro que parecem reorganizar a visão do poeta, convertendo os momentos mais difíceis em oportunidade de pleno entendimento das coisas: “pensar, sentir: a penumbra/ confunde seus habitantes/ quase os devora, mas/ por um triz a pele reluz”, anota o poeta. Eis em síntese, talvez, a fórmula de toda essa poesia."

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