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22 de maio de 2014

Lançamentos de maio da Globo Livros

O Livro das Religiões
As Grandes Ideias de Todos os Tempos.
Vários autores - Globo Livros
Tradução: Bruno Alexander
352 páginas - Ano: 2014 - R$59,90

Sinopse:
"O materialismo nunca esteve tão presente na sociedade quanto nos dias atuais. Ainda assim, mais de três quartos da população mundial se reconhece como seguidor de algum tipo de credo religioso. Desde tempos imemoriais, a religião tem se mostrado um elemento tão indissociável e necessário da experiência humana quanto a linguagem, exercendo o importante papel de ajudar o ser humano a organizar a vida, a compreender seu lugar no mundo e a buscar significado e propósito para a existência. Mas como surgiu o fenômeno da religião? O que explica sua onipresença geográfica e cultural desde a Pré-História? Quais as bases comuns de todos os credos? Quais as diferenças irreconciliáveis entre eles? Como se ramificaram e se estabeleceram como grandes sistemas espirituais, filosóficos e morais de alcance mundial? O que fizeram para dar resposta às mudanças sociais e aos avanços científicos ao longo dos séculos?
O tema suscita um volume de questionamentos tão grande quanto o número de denominações religiosas criadas pelo homem. Muitas respostas para essas tantas perguntas estão contidas em O livro das religiões, publicado no Brasil pela Globo Livros. O título faz parte da coleção As grandes ideias de todos os tempos, série de obras de referência que vem se destacando nas listas dos livros de não ficção mais vendidos no país."

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A Sessão Nazista
A curiosa história do vidente judeu no círculo de Hitler.
Arthur J. Magida - Globo Livros
Tradução: Rafael Longo
264 páginas - Ano: 2014 - R$44,90

Sinopse:
"Ele era uma celebridade: Erik Jan Hanussen magnetizava plateias com exibições de seus poderes mentais: lia pensamentos, fazia adivinhações, hipnotizava espectadores, previa o futuro. Lançava profecias em seu próprio jornal e dava consultas particulares para gente poderosa. Dizia coisas nas quais as pessoas acreditavam – porque queriam e precisavam acreditar em alguma coisa na Alemanha que ressurgia das cinzas da Primeira Guerra Mundial.
E ele também era uma fraude: Hanussen não passava do pseudônimo de Hermann Steinschneider, artista circense judeu com talento para inventar mentiras e, sem escrúpulos, conviver com aquelas que mais lhe rendessem vantagens. Um mestre na arte de iludir os outros – e a si mesmo – que ocultou sua origem para travar relações com o então ascendente movimento nazista, patrocinou as tropas de assalto de Hitler, a temível SA, e fez de seu jornal um veículo de propaganda para o Führer.
A envolvente narrativa de A sessão nazista resgata a trajetória desse polêmico personagem histórico. Amparado em ampla pesquisa, que incluiu entrevistas com a filha nonagenária de Hanussen e com mágicos e ilusionistas da atualidade, o autor Arthur J. Magida apresenta uma consistente reconstituição da vida do mentalista, cujas desventuras já haviam servido de base para as produções cinematográficas Hanussen (1988), do diretor István Szabó, exibido na Mostra Internacional de São Paulo de 2011, e Invencível (2001), de Werner Herzog.
O livro se concentra principalmente nos acontecimentos do início da década de 1930, no curto período em que Hanussen se torna amigo (e credor das imensas dívidas) de uma estrela nazista em ascensão, o conde Wolf-Heinrich von Helldorf, antissemita radical que viria a ser chefe da truculenta SA, e circula pela cúpula do Partido Nacional-Socialista, chegando a fazer sessões particulares de vidência para o próprio Hitler. O trânsito livre entre os virtuais donos do poder na Alemanha infla a já enorme autoconfiança de Hanussen, levando o chamado "maior oráculo da Europa desde Nostradamus" a um destino que ele mesmo se mostra incapaz de prever."

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Passariques do meu Quintal
Blandina Franco - Globinho / Globo Livros
Ilustração: José Carlos Lollo
40 páginas - Ano: 2014 - R$42,00

Sinopse:
"Limeriques são poemas curtinhos, que em apenas cinco versos fazem cócegas na imaginação da gente. Em Passariques do meu quintal, lançamento do selo Globinho, a poesia limerique voa nas asas dos passarinhos que um menino vê da janela, louco para sair e brincar lá fora, mas ainda prisioneiro da lição de casa.
Maravilhosamente retratados com os traços e tintas do ilustrador José Carlos Lollo, esses bichinhos tem nomes inacreditáveis, um mais estranho do que o outro. O desfile de musas inspiradoras dos poemas inclui aves como o estrufo-exuberante e a mistronga-da-asa-pelada. Desses nomes tão estapafúrdios a autora Blandina Franco extrai rima e humor, transformando seus passarinhos em limeriques com asas. Verdadeiros “passariques”.
Passariques do meu quintal é uma divertida celebração desse estilo poético brincalhão e criativo, cujo principal divulgador foi o desenhista e escritor inglês Edward Lear, o artista que consagrou o nonsense na literatura. De maneira mais direta e afetiva, porém, o livro presta tributo à grande mestra do limerique no Brasil: Tatiana Belinky, falecida em 2013. Atendendo a um pedido dos autores, seus fãs declarados, a grande dama da literatura infantojuvenil compôs quatro limeriques especialmente para esta obra."

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Aventuras de Alice no País das Maravilhas
Lewis Carroll - Globo Livros
Tradução: Vanessa Barbara
Ilustração: Yayoi Kusama
184 páginas - Ano: 2014 - R$59,90

Sinopse:
"Aventuras de Alice no País das Maravilhas, da Globo Livros, é forte candidato à lista dos grandes lançamentos editoriais de 2014 no Brasil. A edição promove o encontro de Lewis Carroll, precursor da literatura de vanguarda no século 19, com Yayoi Kusama, pioneira da pop art e do minimalismo no século 20. O resultado, potencializado pela tradução de Vanessa Barbara, é uma obra que resgata o prazer único do contato sensorial com o livro em plena virtualidade do século 21.
Esta nova edição de Aventuras de Alice no País das Maravilhas proporciona uma festa para os olhos com o magnífico trabalho de ilustração de Yayoi Kusama. Alice nunca pareceu tão maravilhosamente psicodélica e surreal.
O bom humor e os trocadilhos do texto original ganham novo sabor na versão em prosa para o português. Um dos destaques da tradução são os criativos e ritmados trechos em versos. A tradutora Vanessa Barbara trabalha como jornalista, escritora e colunista do New York Times e da Folha de S.Paulo. Para além de lançamento nobre para o público infantojuvenil, esta primorosa releitura de Alice, encadernada com capa dura em tecido, é um objeto de desejo para leitores de todas as gerações de amantes do livro."

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O Castelo de Vidro
Jeannette Walls - Globo Livros
Tradução: Alexandre Martins
344 páginas - Ano: 2014 - R$39,90

Sinopse:
"A bela jornalista ruiva, uma profissional de sucesso na capital dos negócios, Nova Iorque, contempla a cidade pelos vidros do táxi. Em breve chegará a seu luxuoso apartamento, repleto de antiguidades, mapas antigos, livros raros e tapetes persas. Subitamente, seu olhar é atraído por uma visão, infelizmente não tão incomum nas metrópoles: uma senhora idosa e desgrenhada vasculha uma lixeira em busca de algo para comer. Em pânico, a jornalista, que aterrorizava as celebridades com sua ácida coluna de fofocas, esconde-se no interior do veículo. Havia reconhecido a mulher em estado de indigência. Tratava-se de sua mãe. Um conto fantástico, ou a imaginação delirante de um autor, em busca do efeito fácil sobre os leitores, diriam alguns. No entanto, a história é absolutamente verídica, e um desses casos em que a realidade parece emprestar as tintas da ficção.
Em O castelo de vidro, Jeanette Walls escreve as memórias de sua família boêmia, errante, atípica e inconformista. Talvez herdeiros do espírito libertário dos beats, ou da rebeldia dos anos sessenta, os pais de Walls enveredariam por um verdadeiro périplo por dezenas de cidades americanas, chegando mesmo a viver nas ruas, como sem-teto. Avessos aos trabalhos regulares, o pai vivendo de expedientes, a mãe, uma pintora amadora e amante das artes, muitas vezes as memórias de Walls revelam momentos em que a fome e o desespero parecem intoleráveis. No entanto, com seu estilo vigoroso e direto, ela nunca apela para as explicações de cunho psicanalítico ou social, e escapa do sentimentalismo banal."

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Black Sabbath: A Biografia
Biografias Rock e Mick Wall - Globo Livros
Tradução: Marcelo Barbão
360 páginas - Ano: 2014 - R$44,90

Sinopse:
"Tony Iommi, Geezer Butler, Bill Ward e Ozzy Osbourne. A escalação do time original do Black Sabbath está na ponta da língua dos fãs. Mas até mesmo o mais ardoroso admirador teria dificuldade em lembrar o nome dos outros 21 músicos que ajudaram a construir essa lenda do rock. Em 45 turbulentos anos de existência, foram tantas e tão profundas mudanças na formação que é quase um milagre que a aura da banda tenha chegado ilesa aos dias atuais. Sobreviver talvez seja a grande arte do Black Sabbath. É o que o leitor pode constatar em Black Sabbath: a biografia. Com a riqueza de detalhes característica das obras de Mick Wall – autor que se destaca como biógrafo de grandes lendas do rock –, o livro conta a história de um grupo que tinha tudo para nem sequer existir.
Típicos garotos proletários de Aston, subúrbio de Birmingham, Inglaterra, a rotina deles se dividia entre a paixão pela música e a urgência em ganhar a vida. O que significava encarar eventualmente trabalho pesado (Tony Iommi, por exemplo, era operário) ou atividades ilícitas (Ozzy Osbourne cometia pequenos furtos), com todas as suas consequências: Iommi perdeu a ponta de dois dedos numa prensa de metal, quase abortando sua trajetória musical antes mesmo de ela começar, e Ozzy cumpriu seis semanas de prisão.
Mais que uma paixão, a música parecia a via mais rápida para fugir desse ambiente pouco promissor. O livro conta como esse improvável sonho virou realidade. E como a realidade logo se transformou em pesadelo para todos a partir do momento em que o sucesso produziu seus previsíveis efeitos: egos inflados e nenhum freio para as loucuras com álcool, drogas, sexo e excentricidades. Nada de diferente de outros grupos da indústria musical. No entanto, no período em que os dinossauros do rock dominavam a Terra, o Black Sabbath alinhou-se entre os maiores de sua espécie – e fez por merecer a fama de mais temível entre todos.
Nascido no hiato entre o verão hippie do amor e a explosão do glam rock, o Black Sabbath chegou a ser a banda mais insultada do planeta – pela imprensa, por outras bandas, por quase todo mundo. Praticamente ninguém entendia aquela mistura de pesados riffs de guitarras, baixo explosivo, bateria detonadora e vocais lancinantes. Ninguém, exceto por legiões de moleques que vislumbraram ali as bases do que viria ser um dos mais cultuados subgêneros do rock: o heavy metal."

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