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13 de novembro de 2017

Lançamentos: Civilização Brasileira, José Olympio, Difel e Paz e Terra (Grupo Editorial Record)

A  Identidade Envergonhada
Alain Finkielkraut- Difel
160 páginas - R$ 39,90

Sinopse:
"Um ensaio sobre a imigração e o multiculturalismo na França hoje.
O filósofo Alain Finkielkraut nos mostra em A identidade envergonhada seu já conhecido desconforto com a sociedade atual. Neste livro, sujeito a polêmicas e controvérsias, são abordadas questões como identidade nacional, imigração, secularismo, falhas no sistema educacional, desigualdades sociais, o politicamente correto e o crescimento do populismo — tudo com a paixão e a erudição características do autor, um dos filósofos mais populares da Europa e membro da Academia Francesa de Letras."


A Mais Bela História da Filosofia
Luc Ferry e Claude Capelier - Difel
322 páginas - R$ 49,90

Sinopse:
"Uma jornada para entender a história das ideias e um conjunto de ferramentas para o debate contemporâneo
A mais bela história da filosofia conta de maneira clara e acessível a história do pensamento filosófico, da Antiguidade até os dias de hoje. Ao narrar a gênese e o desenvolvimento da obra dos maiores filósofos, Luc Ferry, nesta conversa com Claude Capelier, mostra o que cada um deles trouxe de insubstituível, seus desdobramentos, suas espetaculares mudanças de direção e os conceitos que transformaram radicalmente nossa maneira de pensar. A dupla apresenta a filosofia como uma busca fundamental, ao mesmo tempo milenar e furiosamente atual, que nos aproxima progressivamente da essência do homem."

O Ano Vermelho
Luiz Alberto Moniz Bndeira - Civilização Brasileira
644 páginas - R$ 89,90

Sinopse:
"Nova edição, revista e ampliada, do livro que aborda a Revolução Russa e seus reflexos no Brasil.
Escrito no exílio de Luiz Alberto Moniz Bandeira e publicado originalmente em 1967, O ano vermelho retorna em edição revista e ampliada, com novos documentos e reflexões, no centenário da Revolução de Outubro e da primeira greve geral do Brasil. A primeira edição apresentou aos brasileiros os acontecimentos que colocariam, para sempre, a questão operária (ou social) no centro da agenda política e histórica do país. Era o resultado da irrupção das relações capitalistas, a partir da segunda metade do século XX, da Abolição, da grande imigração e dos surtos econômicos que possibilitaram a primeira industrialização do país, especialmente durante a Primeira Guerra Mundial. Este livro “magistral” – nas palavras do prof. Oswaldo Coggiola –, apresenta o significado do ano vermelho brasileiro para a incorporação do país à história política mundial e o modo pelo qual essa luta viria a condicionar as mudanças políticas posteriores (tenentismo, Revolução de 1930, “varguismo” e incorporação do sindicato e da legislação trabalhista e social à estrutura política brasileira)."

Lenin: Vida e Obra
Luiz Alberto Moniz Bandeira - Civilização Brasileira
224 páginas - R$ 44,90

Sinopse:
"Reedição revista e ampliada do livro que se tornou um clássico em 1960.
Lenin: Vida e obra é mais do que uma biografia. Analisa com profundidade o pensamento político do grande marxista e estadista estratégico russo, Vladimir I. Lenin.
Moniz Bandeira nos faz acompanhar os passos do jovem Lenin – os redutos dos movimentos sociais e políticos, a crise russa, a formação dos partidos social-democrata, socialista e comunista até a queda do regime czarista e a vitória da revolução, a guerra civil, a invasão do território russo pelos Aliados, a formação, contradições e dissidências do Partido Comunista (PC) e movimentos operário/camponês e trabalhadores nos primeiros anos da revolução. O autor ressalta as contradições de um homem político cuja obra, ação e caráter individual iriam muito além da vontade férrea de luta pela mudança revolucionária. O livro instiga o leitor a refletir sobre a crise da esquerda, ao trazer para a contemporaneidade, de forma nunca repetida, os fatos daquela que foi a maior revolução do século XX."

Mães Arrependidas
Orna Donath - Civilização Brasileira
252 páginas - R$ 49,90

Sinopse:
"Em Mães arrependidas, a socióloga israelense Orna Donath entrevista mães (algumas já avós) que lamentam ter dado à luz.
A tese de Donath é de que a pressão social sobre a maternidade é muito grande – ao contrário do que indica o senso comum, as mulheres não são livres para decidir se querem ou não ter filhos –, e o resultado pode ser o arrependimento. Isso nada tem a ver com o amor dessas mães pelos seus filhos, mas sim com a frustração em relação às expectativas em torno da maternidade. Embora muitas pessoas sintam incômodo em relação ao tema, este livro busca discuti-lo de forma franca, sem rótulos ou preconceito. Um estudo que visa a tratar de um tabu muito pouco debatido, mas que precisa ser abordado para que a maternidade possa ser vivida de maneira plena e como deve ser experimentada: com prazer, dúvidas, alegrias, medo e sem o romantismo que desperta em muitas mulheres o sentimento de não se encaixarem no papel de perfeição que caberia a elas."

O Homem Mais Perigoso do País: Biografia de Filinto Müller
R. S. Rose - Civilização Brasileira
406 páginas - R$ 64,90

Sinopse:
"A biografia do temido chefe de polícia da ditadura Vargas.
Em O homem mais perigoso do país, o historiador norte-americano R. S. Rose traça um perfil nada óbvio de Filinto Müller – que foi chefe do Conselho Nacional do Trabalho, líder de dois partidos políticos, líder da maioria no Senado em um governo democrata e três ditadores e presidente do Senado. Desde seu nascimento, em Mato Grosso, em uma família de origem alemã, passando pela educação católica, até sua morte, em 1973, em um acidente aéreo no qual a esposa, Consuelo, e o neto Pedro também foram vítimas. Para entender quem foi de fato Filinto Müller, o autor se voltou durante anos sobre esse personagem fundamental da história do Brasil. Entre suas fontes de pesquisa, mais de 66 mil documentos, 500 recortes de jornais, material impresso e 165 itens audiovisuais pertencentes ao acervo da Fundação Getulio Vargas, do período de 1924 a 1948. Anita Leocádia Prestes assina a orelha do livro."

Muitas Línguas, uma Língua
Domicio Proença Filho - José Olympio
672 páginas - R$ 89,90

Sinopse:
"Uma obra sobre o processo de formação do português brasileiro
Nesta obra, Domicio faz um passeio pela história do Brasil, em que perpassa fatos históricos e sociais, e aponta as transições pelas quais a língua passou ao longo dos séculos. A partir de textos representativos e com linguagem acessível, Domicio lança também um olhar agudo sobre a utilização do português brasileiro nas múltiplas circunstâncias do convívio comunitário: a relação entre a fala e a situação de fala; o papel da escola; as variantes geográficas, sociais e expressivas; a língua e a inclusão social. Num texto claro e objetivo, o acadêmico reúne teoria e sua experiência eminentemente no ensino da língua, para trazer ao leitor riquíssimas abordagens que integram cultura, literatura e a fascinante história da língua portuguesa no Brasil."

Os Meus Romanos
Ina von Binzer - Paz & Terra
240 páginas - R$ 39,90

Sinopse:
"Alegrias e tristezas de uma educadora alemã no Brasil
A alemã Ina von Binzen (ou Ulla von Eck, seu pseudônimo) passou três anos entre o Rio de Janeiro e São Paulo. Aos 22 anos, contratada para educar sete dos doze filhos de uma família no interior do Rio de Janeiro, trabalhou em um colégio de moças, na residência de uma tradicional família paulistana e em uma fazenda de café no interior da província. Através de uma série de cartas escritas à sua amiga Grete, entre 1881 e 1883, em que alia a qualidade literária à agudeza da observação, Von Binzer fornece-nos depoimentos de raro interesse sobre a vida de nosso país na segunda metade do século XIX. São considerações sobre problemas, os mais variados, tais como a escravidão e a abolição; a forma de educação das crianças brasileiras ricas contrastada com a rigidez dos hábitos germânicos; as festividades que não podia compreender neste país tão diverso de sua pátria, como um Carnaval que encharcava qualquer transeunte de água e polvilho; sua desambientação inicial no Brasil, que levou-a a desabafos, embora reconhecesse a gentileza de nosso povo e a beleza de nosso país; a saudade que sentia de sua terra, com usos e costumes que eram seus e que não conseguia substituir por outros – que tantas vezes não eram por ela aceitos ou compreendidos. Romance epistolar, retrato de um Brasil monarquista, matéria para discussão sobre as mulheres, Os meus romanos vem sendo descoberto por leitores diversos desde sua primeira edição brasileira, em 1956. Amadas ou não, estas cartas alemãs são, sem dúvida, fundamentais para compreender um Brasil de outros tempos – que diz muito sobre a pátria que nos tornamos."

Lançamentos Civilização Brasileira, José Olympio, Difel e Paz e Terra em novembro de 2017.

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