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Lançamentos: Grupo Companhia das Letras

Claraboia (nova edição)
José Saramago - Companhia das Letras
384 páginas - comprar

Sinopse:
"Primavera de 1952. Um prédio de seis apartamentos numa rua modesta de Lisboa é o cenário principal das histórias simultâneas que compõem este romance da juventude de José Saramago. Os dramas cotidianos dos moradores - donas de casa, funcionários remediados, trabalhadores manuais - tecem uma trama multifacetada, repleta de elementos do consagrado estilo da maturidade do escritor, em especial a maestria dos diálogos e o poder de observação psicológica.
As janelas, paredes e corredores do velho edifício lisboeta são testemunhas privilegiadas das pequenas tragédias e comédias representadas pelos personagens. As peripécias de Lídia, uma bela mulher sustentada pelo amante misterioso, e Abel, um jovem outsider à procura de um sentido para a vida, se contrapõem ao árduo cotidiano dos outros moradores. As narrativas paralelas do livro são organizadas segundo as divisões internas do prédio, do térreo ao segundo andar.
No início da década de 1950, José Saramago já não era um nome totalmente desconhecido na cena literária portuguesa. Aos trinta anos, o futuro vencedor do prêmio Nobel publicara um romance - Terra do pecado (1947) -, e alguns de seus contos haviam saído em jornais e revistas de Lisboa, às vezes assinados com o pseudônimo "Honorato". Saramago, ex-serralheiro mecânico e então um modesto funcionário da previdência social, também possuía diversos poemas e peças de teatro entre seus inéditos. Até 1953, o escritor iniciaria a redação de mais quatro romances, que ficaram inacabados. Em 5 de janeiro daquele ano "Honorato" finalizava o datiloscrito de um livro de mais de trezentas páginas. O novo romance, em seguida encaminhado para publicação a uma editora lisboeta por intermédio de um amigo jornalista, acabaria esquecido no fundo de uma gaveta. O original nunca foi devolvido ao seu autor, que também não recebera resposta alguma. Na década de 1980, o já consagrado José Saramago era contactado pela mesma editora para publicar Claraboia. A mágoa pela falta de resposta na juventude levou-o a declarar que não desejaria ver o romance editado em vida, deixando para seus herdeiros a decisão sobre o que fazer com o livro. Após seu desaparecimento, as inquestionáveis qualidades do romance, construído com perfeito domínio do espaço narrativo, justificam plenamente a opção de trazê-lo a público.
A caligrafia da capa é de autoria da atriz e escritora Fernanda Torres."


A Jangada de Pedra (nova edição)
José Saramago - Companhia das Letras
320 páginas - comprar

Sinopse:
"Racham os Pirineus, a Península Ibérica se desgarra da Europa. Transformada em ilha - Jangada de Pedra -, navega à deriva pelo oceano Atlântico. A esse espetacular acidente geológico somam-se outros insólitos que unem os quatro personagens principais do romance numa viagem apocalíptica e utópica pelos caminhos da linguagem e, por meio dela, pelos da arte e da cultura peninsulares. A história dos povos ibéricos, José Saramago a conta e reconta pela memória de um narrador, múltiplo de si mesmo e dos personagens cujas andanças acompanha. Os mitos se costuram nas pedras da fratura de que se fez a jangada. Neles se recuperam as crônicas, peregrinações de heróis anônimos ou notórios da identidade ibérica, todos notáveis, D. Quixote entre uns, os peregrinos de Santiago de Compostela na Idade Média entre outros. Narrativa perfeita na qual os fantasmas do inconsciente pousam familiarmente no cotidiano; surrealismo vigoroso que torna o incomum realidade, criando as condições oníricas para virar o mundo às avessas e, então, contar-lhe, com ironia e graça, os transtornos de erros e acertos, de enganos e desenganos. Posto assim ao contrário de si mesmo e de suas aparentes e reais firmezas, o mundo abre-se para a aventura ficcional da desconstrução das certezas das palavras e dos objetos; deixa-se viajar no estranhamento que daí decorre; reencontra-se em signos velhos e cristalizados: signos novos contudo, nos enigmas em que se tornam, reveladores também nas fantásticas soluções narrativas que desencadeiam.
Carlos Vogt.
A caligrafia da capa é de autoria da escritora Ana Maria Machado"

O Ano da Morte de Ricardo Reis (nova edição)
José Saramago - Companhia das Letras
432 páginas - comprar

Sinopse:
"A notícia da morte de Fernando Pessoa, telegrafada de Lisboa pelo companheiro de heteronímia Álvaro de Campos, faz Ricardo Reis decidir-se a retornar imediatamente a Portugal. Como logo percebem os funcionários do hotel onde ele se hospeda na noite tempestuosa da chegada a Lisboa, Reis possui um temperamento formal e comedido. Gosta de fechar-se em seu quarto, aparecendo quase somente nos horários das refeições ou nas saídas e chegadas de suas perambulações solitárias pela cidade. Enquanto espera tranquilamente a hora de ir juntar-se ao seu criador, assiste pelos jornais ao espetáculo do mundo e às vezes compõe versos dedicados à camareira do hotel ou a uma jovem hóspede com a mão esquerda paralisada.
As fronteiras habituais entre realidade e literatura dissolvem-se de modo impactante nesta amostra emblemática da ficção de José Saramago. O ano da morte de Ricardo Reis é considerado por muitos críticos seu melhor romance e o livro-chave que o projeta entre os maiores prosadores da língua portuguesa. Aproveitando habilmente o fato de Fernando Pessoa não ter fixado em seus escritos a data da morte de Reis, o autor encena os últimos meses do poeta das musas abstratas com sua habitual maestria narrativa.
A caligrafia da capa é de autoria da cineasta Daniela Thomas."

A Máquina do Ódio
Patrícia Campos Mello - Companhia das Letras
196 páginas - comprar

Sinopse:
"Dias antes do segundo turno da eleição de 2018, Patrícia Campos Mello publicou a primeira de uma série de reportagens sobre o financiamento de disparos em massa no WhatsApp e em redes de disseminação de notícias falsas, na maior parte das vezes em benefício do então candidato Jair Bolsonaro. Desde então, a repórter tornou-se alvo de uma violenta campanha de difamação e intimidação estimulada pelo chamado gabinete do ódio e por suas milícias digitais.
Em A máquina do ódio, Campos Mello discute de que forma as redes sociais vêm sendo manipuladas por líderes populistas e como as campanhas de difamação funcionam qual uma censura, agora terceirizada para exércitos de trolls patrióticos repercutidos por robôs no Twitter, Facebook, Instagram e WhatsApp -- investidas que têm nas jornalistas mulheres suas vítimas preferenciais. Os bastidores de reportagens da jornalista e os ataques de que foi vítima servem de moldura para um quadro mais amplo sobre a liberdade de imprensa no Brasil e no mundo, numa prosa ao mesmo tempo pessoal e objetiva.
Campos Mello acompanhou a utilização crescente das redes sociais nas eleições internacionais que cobriu: nos Estados Unidos, em 2008, 2012 e 2016; na Índia, em 2014 e 2019. À experiência de observadora do avanço dos tecnopopulistas e seu "manual para acabar com a mídia crítica", somou-se a de protagonista involuntária no front de uma guerra contra a verdade. Relato envolvente de um dos capítulos mais turbulentos de nossa história recente, A máquina do ódio é também um manifesto em defesa da informação.
"Graças ao trabalho desbravador de algumas jornalistas, nós pudemos descobrir e entender como a internet contribuiu para propagar movimentos contrários à democracia. Dentre elas, destacam-se a indiana Rana Ayyub, a britânica Carole Cadwalladr e a brasileira Patrícia Campos Mello. É simples: se você quer entender os desafios atuais para a democracia no mundo, você precisa ler este livro." -- Jason Stanley, autor de Como funciona o fascismo.
"Para entender a natureza dos riscos que ameaçam a democracia brasileira hoje, é preciso seguir o rastro da conspiração digital que simula movimentos de apoio popular e fabrica ódio contra pessoas e instituições. O livro de Patrícia Campos Mello desvenda esse mundo das sombras com um texto envolvente e esclarecedor. Recomendo fortemente a leitura. E quanto antes, melhor." -- Miriam Leitão."

Nosso Lugar
Tabata Amaral - Companhia das Letras
192 páginas - comprar

Sinopse:
"Em Nosso lugar, Tabata Amaral narra a sua trajetória até a campanha que a elegeu deputada federal como a segunda mulher mais votada no país. Como ela mesma diz: "Eu poderia ter muito orgulho de ser a primeira da minha comunidade a conquistar aquele lugar, mas não poderia me aquietar enquanto fosse a única".
Tabata cresceu na Vila Missionária, no extremo sul de São Paulo, e viveu na infância as dificuldades enfrentadas por tantas famílias de migrantes nordestinos instaladas precariamente nas periferias das grandes cidades. Depois de alcançar medalha de prata em uma olimpíada de matemática, percorreu um caminho extraordinário que desembocou na Universidade Harvard, onde se formou com uma tese sobre os fatores políticos que impactam a educação pública em diferentes municípios brasileiros.
Nesta obra, a deputada entrelaça suas experiências pessoais e profissionais -- enquanto narra as dificuldades de ser uma mulher jovem no ambiente político -- e conta como lida com fake news e ataques coordenados. Se seguirmos no ritmo atual, levaremos cerca de cem anos para alcançar mundialmente a igualdade de gênero na representação política. Acelerar essa transformação é o objetivo deste livro, e um imperativo para todas as pessoas que desejam uma sociedade mais justa.
"Tabata Amaral é um tesouro nacional. Encontrei milhares de estudantes talentosos nos meus vinte anos como professor em Harvard, mas ela é a mais talentosa de todos. Hoje o Brasil está sofrendo. Mas Tabata e sua geração trazem esperança." -- Steven Levitsky, autor de Como as democracias morrem.
"Tabata Amaral impressiona não só por sua inspiradora história de vida, mas por entender que chegar aonde ela chegou não é questão de mero esforço pessoal, e sim de boas políticas públicas. E ela lutou para participar de seu desenho." -- Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência em Políticas Educacionais da FGV."

A Economia com Rigor
Antonio Delfim Netto, Arminio Fraga Neto, Celso Lafer, Edmar Bacha, Ilan Goldfajn, José Júlio Senna, Marcos Lisboa, Mário Magalhães Mesquita e Samuel Pessôa - Companhia das Letras
Organização Ilan Goldfajn e Fernando Dantas
160 páginas - comprar

Sinopse:
"Affonso Celso Pastore trilhou uma brilhante trajetória desde a década de 1960, quando passou a integrar a equipe de Antonio Delfim Netto na Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo e posteriormente no ministério da pasta. Entre agosto de 1983 e março de 1985, foi presidente do Banco Central e liderou as negociações da dívida externa. Além dos cargos públicos, Pastore se dedicou à docência, criou a própria consultoria e permanece em plena atividade como analista, colaborando com textos para a imprensa e participando das principais discussões sobre economia, em especial à frente do Centro de Debates de Políticas Públicas (CDPP), do qual é um dos fundadores.
Fruto do seminário organizado pelo CDPP em homenagem aos oitenta anos de Pastore, este livro reúne nove artigos de colegas e discípulos intelectuais, que analisam a carreira e o legado do economista. Ao fim, o leitor encontrará uma entrevista inédita com Pastore, na qual ele lança sobre a própria história o mesmo olhar crítico e rigoroso que esteve presente em toda a sua atuação profissional."

Se Não Fosse por Você, Eu Não Estaria Aqui (e-book)
Adriel Bispo, Alba Milena, Alec Silva, Aryane Cararo, Beatriz D'Oliveira, Bruna Vieira, Carol Christo, Clara Alves, Felipe Castilho, Gabriel Mar, Giulia Paim, Iris Figueiredo, Jana Bianchi, Jim Anotsu, Koda Gabriel, Leo Hwan, Lorena Pimenta, Luiza de Souza, Mia Roman, Nanni Rios, Natalia Borges Polesso, Rebeca Kim, Samuel Gomes, Thalita Rebouças, Tiago Valente e Vitor Martins - Seguinte
75 páginas - e-book gratuito! baixe aqui

Sinopse:
"A adolescência é um período cheio de descobertas, mudanças e escolhas — algumas sem grandes consequências, outras absolutamente determinantes na nossa vida. Imagine poder reencontrar quem você foi na adolescência e poder dar conselhos (ou spoilers!) que só alguém que sabe como a história termina pode dar.
A Editora Seguinte convidou os participantes da quarta edição do Festival de Literatura Pop (Flipop) a escreverem uma carta com tudo o que diriam para eles mesmos quando adolescentes. O resultado é uma reunião de testemunhos honestos, ora repletos de humor, ora de angústia, ora de alívio — mas sempre carregados de sentimentos. Algumas mensagens trazem conselhos aparentemente banais, como olhar para os dois lados antes de atravessar a rua, outras pedem que nada seja feito de forma diferente. Seja como for, essas vinte e seis cartas mostram que a adolescência é muito mais do que só uma fase — é por ter passado por ela que chegamos aqui hoje."

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