Lançamentos: Grupo Autêntica

Lançamentos de outubro de 2019 do Grupo Autêntica, incluindo Editora Gutenberg.
Um Amor Conveniente
Girl Meets Duke - livro 2
Tessa Dare - Gutenberg
240 páginas - comprar

Sinopse:
"Depois de perder o seu sustento, Alexandra Mountbatten assume uma tarefa impossível: transformar duas órfãs rebeldes em damas da sociedade. Alex, porém, logo percebe que não é de disciplina que as crianças precisam, e sim de um lar repleto de amor. Mas como irá convencer o guardião delas, Chase Reynaud, disso?
Chase é herdeiro do duque e um verdadeiro cretino quando se trata de assuntos do coração. Várias damas de Londres tentaram mudá-lo, mas falharam na missão.
Como qualquer libertino que se preze, Chase vive de acordo com uma regra: não se apaixonar. Quando uma jovem obstinada tenta corrigir o seu comportamento, o futuro duque decide provar-lhe que não pode ser domado.
Contudo, Alex é inteligente, perspicaz e apaixonante, excedendo as expectativas de Chase. Além disso, ela recusa-se a vê-lo como uma causa perdida, sentindo que deve alcançar o seu coração para ajudar as duas órfãs. Mas conseguirá ela proteger seu próprio coração?"

Fazendo meu Filme - Lado B
Fazendo meu Filme - livro 5
Paula Pimenta - Gutenberg
304 páginas - comprar

Sinopse:
"“Toda história tem pelo menos dois lados. Vocês conhecem a versão da Fani, mas alguém já parou para pensar na minha?
Alguém sabe o que senti quando a vi se derretendo por aquele professorzinho de araque? E a Vanessa? Se dependesse só de mim, aquelas páginas teriam sido bem diferentes…
Porém, tenho que confessar: no fim das contas, até que gostei daquelas voltas todas. Foi emocionante. E só assim a Fani pôde descobrir que nenhum filme é melhor do que a própria vida." - Leonardo Santiago.
Fazendo meu Filme 1, narrado pela Fani, conquistou milhões de leitores no mundo, mas será que tudo aconteceu exatamente como ela contou?
Em Fazendo meu Filme Lado B vamos descobrir a versão do Leo, saber quais foram as motivações dele e o que o levou a tomar certas atitudes. Personagens que tiveram pouco destaque na visão da Fani, agora aparecem ajudando (ou desorientando!) nosso protagonista. Além disso, alguns acontecimentos de Minha Vida fora de Série 2, que se passa na mesma época, também ganham outra perspectiva.
Venha matar a saudade desse inesquecível romance e saber de fatos que você nunca imaginou… Acima de tudo, venha conhecer melhor e se apaixonar ainda mais por esse garoto simpático, popular e que tem as covinhas mais fofas do mundo!"

Três Guinéus
Virginia Woolf - Autêntica
264 páginas - comprar

Sinopse:
"Três guinéus é um longo e complexo ensaio. Mas não se trata de um ensaio comum. Em primeiro lugar, ele assume o formato de uma carta escrita por uma missivista fictícia e endereçada a um destinatário também fictício. Depois, trata-se de uma carta muito peculiar: dividida em três capítulos, traz cinco fotos e muitas notas. Virginia constrói aqui uma trama argumentativa para demonstrar o forte vínculo entre o militarismo e o papel subordinado das mulheres na esfera doméstica, política e social. O livro está todo recheado de exemplos da vida cotidiana, de citações de jornais e livros, de extratos de biografias e autobiografias, de dados e estatísticas de livros de referência. Pode-se questionar alguns detalhes específicos dos espinhosos teoremas de Virginia; é difícil, entretanto, não se deixar convencer por suas rigorosas demonstrações. Incontestavelmente, Três guinéus foi um documento importante em sua época. E continua, sem dúvida, importante, num tempo em que a maioria das estruturas opressoras então dominantes continuam tão fortes e firmes e ferrenhas quanto antes. Três guinéus continua válido e vivo. Virginia, a feminista e pacifista Virginia, vive. Além do texto de Virginia, completam o livro extensas notas do tradutor Tomaz Tadeu e um posfácio de Naomi Black, pesquisadora de ativismo e teoria feminista, sobre o feminismo de Virginia Woolf."

Caro Dr. Freud
Vários autores - Autêntica
Organização: Gilson Iannini
208 páginas - comprar

Sinopse:
"“A homossexualidade certamente não é uma vantagem, tampouco é algo de que se envergonhar, não é nenhum vício, nenhuma degradação, não pode ser classificada como doença”. - Sigmund Freud.
Em 1935, uma mulher americana escreveu a Freud, aflita que estava com a sexualidade de seu filho. Em 9 de abril do mesmo ano, ele escreve a resposta que se tornaria não apenas um documento histórico, mas também um poderoso instrumento de luta. Não por acaso, a carta circularia nas redes sociais brasileiras na infame disputa em torno da chamada “cura gay”, mostrando toda sua inesperada atualidade.
Oito décadas depois de Freud acalmar o coração daquela mãe, a Autêntica convidou ativistas, mães, filhos, pessoas LGBT ou não, psicanalistas, gente da literatura, da sociologia, da filosofia, do direito, dos estudos de gênero, etc., a se fazer uma pergunta: e se a carta do Dr. Freud fosse endereçada a você? O resultado são textos que expressam a diversidade das várias perspectivas teóricas, políticas, literárias e sexuais dos missivistas. As cartas, ora profundamente pessoais, ora claramente ficcionais, trazem a Freud as angústias de hoje, contam a ele as vitórias e as conquistas, mas também os desafios que ainda permanecem.
E você, leitor, como responderia se a carta de Freud fosse endereçada a você?
Autores: Acyr Maya | Adilson José Moreira | Antonio Quinet | Beatriz Santos | Berenice Bento | Carla Rodrigues | Christian Ingo Lenz Dunker | Ernani Chaves | Fernanda Otoni Brisset | Gilson Iannini | Guacira Lopes Louro | Letícia Lanz | Lucas Charafeddine Bulamah | Marcelo Veras | Marcia Tiburi | Marco Antonio Coutinho Jorge | Marco Aurélio Máximo Prado | Marcus André Vieira | Pedro Ambra | Richard Miskolci | Sarug Dagir | Serena Rodrigues | Tales Ab’Sáber | Thamy Ayouch"

Vida Precária
Judith Butler - Autêntica
192 páginas - comprar

Sinopse:
"Vida precária é um momento de inflexão na trajetória da filosofia de Judith Butler. Temas como a crítica à violência de Estado, a denúncia das torturas aos prisioneiros de Guantánamo, a fina percepção do estado de exceção em que o governo dos Estados Unidos opera na sua contraditória defesa da democracia, o recurso ao pensamento de Michel Foucault – notadamente aos temas da governamentalidade e da biopolítica – e uma interlocução com a ética de Emmanuel Lévinas fazem deste livro um marco no percurso de Butler. Considerado seu livro mais inflamado e pessoal, é uma leitura incontornável no campo do pensamento contemporâneo.
Do subtítulo – Os poderes do luto e da violência –, o leitor desta pequena obra-prima da filosofia política pode depreender que há um fio condutor que vem atravessando as formulações de Butler desde seus primeiros livros: distribuição desigual do luto público, direito ao luto, vidas enlutáveis, luto como elemento fundamental de constituição de um sentimento de comunidade que se oponha ao individualismo, entre outros. Esses elementos, já presentes em obras anteriores de Butler, tornam-se aqui centrais para um debate tão atual quanto necessário no Brasil de hoje, cujas formas de violência reproduzem os mecanismos que, como percebe Butler, constituem o poder e a violência de tornar certas vidas, sempre as mesmas vidas, precárias.
Carla Rodrigues"

Carta sobre a Tolerância - Edição bilíngue
(Latim-Português)
John Locke - Autêntica
Organização: Flavio Fontenelle
192 páginas - comprar

Sinopse:
"Pela primeira vez traduzida no Brasil a partir do original latino e publicada em edição bilíngue, a Carta sobre a tolerância é aqui acompanhada de introdução, notas e comentários que têm o objetivo de contextualizar o pensamento do filósofo inglês John Locke (1632-1704) e propor uma interpretação de seus principais argumentos.
A Carta sobre a Tolerância é uma defesa do que hoje se costuma chamar de separação entre Estado e Igreja. A finalidade das leis, afirma Locke, consiste em preservar e promover os bens civis dos cidadãos (notadamente a vida, a liberdade e a propriedade), o que significa que entre as funções do Estado não se encontra o cuidado com a salvação das almas, tarefa que pertence apenas aos indivíduos e às igrejas a que eles se associam. A afirmação de que a diversidade de crenças e cultos deve ser tolerada constitui, portanto, a tese central desta obra, que aborda ainda questões como os limites da tolerância, o direito de resistência ativa, o malefício decorrente da intromissão de clérigos na política e a incompatibilidade entre o cristianismo e a coerção religiosa."

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